Nomadismo Digital Portugal https://nomadismodigital.pt Trabalhar Remotamente Tue, 20 Aug 2019 04:48:18 +0000 pt-PT hourly 1 https://nomadismodigital.pt/wp-content/uploads/2018/06/favicon-100x100.png Nomadismo Digital Portugal https://nomadismodigital.pt 32 32 CAE e CIRS: qual é a diferença e como saber os teus https://nomadismodigital.pt/cae-cirs-codigos/ https://nomadismodigital.pt/cae-cirs-codigos/#respond Tue, 20 Aug 2019 04:48:16 +0000 https://nomadismodigital.pt/?p=12106 Os códigos CAE e CIRS são algo que levanta algumas dúvidas, sobretudo no momento de abrir atividade nas finanças. Neste artigo explico-te o que são estes códigos e como é que podes saber quais é que correspondem à tua atividade ou empresa. Este conteúdo foi escrito com intuitos meramente informativos. A informação contida neste post […]

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Os códigos CAE e CIRS são algo que levanta algumas dúvidas, sobretudo no momento de abrir atividade nas finanças.

Neste artigo explico-te o que são estes códigos e como é que podes saber quais é que correspondem à tua atividade ou empresa.

Este conteúdo foi escrito com intuitos meramente informativos. A informação contida neste post não substitui um aconselhamento de um contabilista profissional.

A autora e o Nomadismo Digital Portugal declinam expressamente qualquer tipo de responsabilidade decorrente de quaisquer efeitos adversos resultantes do uso ou aplicação desta informação.

O que é o código CAE?

CAE é a sigla de Código de Atividade Económica. Este código é a classificação portuguesa de atividades económicas. Ou seja, é o que enquadra e “organiza” as atividades económicas das empresas e dos trabalhadores independentes em Portugal.

Tal como apresentado no Portal das Finanças, “a responsabilidade para a definição de CAEs é uma matéria da competência do Instituto Nacional de Estatística (INE).

O que é o CIRS?

Já o CIRS, é a sigla para o Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares.

Quando se fala de CIRS no quadro da abertura de uma atividade como prestador de serviços, falamos por norma da Tabela CIRS do artigo 151.º.

A Tabela CIRS do artigo 151.º é uma tabela de atividades dividida em 15 secções, que correspondem a 15 diferentes grupos de atividades profissionais. Depois, cada um dos grupos tem sub-divisões que podes consultar no Portal das Finanças – clica aqui.

Os grupos são os seguintes:

  1. Arquitetos, engenheiros e técnicos similares;
  2. Artistas plásticos e assimilados, atores e músicos;
  3. Artistas tauromáquicos;
  4. Economistas, contabilistas, atuários e técnicos similares;
  5. Enfermeiros, parteiras e outros técnicos paramédicos;
  6. Juristas e solicitadores;
  7. Médicos e dentistas;
  8. Professores e técnicos similares;
  9. Profissionais dependentes de nomeação oficial;
  10. Psicólogos e sociólogos;
  11. Químicos;
  12. Sacerdotes;
  13. Outras pessoas exercendo profissões liberais, técnicos e assimilados;
  14. Veterinários;
  15. Outras atividades exclusivamente de prestação de serviços.

Quando estiveres a iniciar ou reiniciar a tua atividade, vais precisar do código CIRS para preencheres os campos destinados à atividade principal e/ou atividades secundárias.

Se não encontrares um código que represente a atividade que desenvolves, podes optar por escolher o código 1519, destinado a “outros prestadores de serviços”.

Posso ter vários CIRS?

Sim. Podes associar à tua atividade vários CIRS, se desenvolveres vários tipos de serviços.

Contudo, deverás assinalar qual desses serviços é o teu serviço principal. Ao iniciar ou reiniciar uma atividade, o trabalhador tem de assinalar — no respetivo campo — a sua atividade principal e, caso se aplique, a sua atividade secundária (ou atividades secundárias).

Para o efeito, considera-se atividade principal a que é predominante relativamente ao volume de negócios. Podes indicar até 4 CIRS secundários, ou seja, que correspondem até 4 atividades secundárias diferentes.

As atividades devem constar da lista anexa ao artigo 151.º do Código do IRS (CIRS) – clica aqui para veres. Esta lista que enumera todas as atividades abrangidas e aprovadas. Deves consultar a tabela CIRS para saber qual é o respetivo código da tua atividade profissional.

Na abertura de atividade, devo preencher o CAE ou o CIRS?

Se queres abrir a tua atividade online no Portal das Finanças, lê este artigo do Nomadismo Digital Portugal onde explico o passo a passo a seguir.

No segundo separador, vai-te ser pedido para colocares o CAE ou o CIRS. E aqui entra a confusão.

Abertura de Atividade - CAE ou CIRS?

Recebo mensagens de pessoas que não sabem o que devem preencher. O CAE ou o CIRS? Ou ambos?

A resposta é: depende do tipo de atividade que pretendes ter.

Se queres trabalhar como um prestador de serviços, deverás preencher o CIRS. Para tal, procura o código da atividade que te é mais próxima nesta tabela.

Se não encontrares uma atividade que seja especificamente aquilo que vais prestar enquanto profissional por conta própria, podes colocar o código 1519 que corresponde a “outros prestadores de serviços”.

No entanto, caso a tua atividade esteja enquadrada a um nível mais empresarial, como por exemplo compra e venda de produtos, a tua atividade vai encontrar-se numa atividade económica. Nesse sentido, deverás preencher o CAE. Para procures o código que se adapta mais ao teu projeto, clica aqui para veres a lista explicativa.

Uma das diferenças centrais entre ser um trabalhador independente (TI) e um empresário em nome individual (ENI) é precisamente essa:

  • o trabalhador independente pode apenas prestar serviços (CIRS),
  • enquanto que o empresário em nome individual pode prestar serviços E vender produtos (CAE).

Apenas um ou vários CAE ou CIRS?

Muitos trabalhadores independentes acham que apenas têm que se enquadrar num só código CAE ou CIRS, quando isso não é verdade.

Um profissional - e até empresa - pode ter um ou mais códigos de atividade, adaptando-se assim os códigos aos diferentes serviços ou atividades que presta.

Mudei de serviço… tenho que mudar de código CIRS ou CAE?

Sim. Pode acontecer durante o teu trabalho como prestador de serviços, que mudes de categoria. Tudo certo!

Imaginando que te registas inicialmente como Designer (CIRS: 1336) mas que por algum motivo, ao longo do teu percurso, mudas o teu serviço para serviços de tradução (CAE: 1334). Deverás adicionar o novo CIRS à tua atividade – ou substituir o antigo, se deixares de prestar serviços de design.


Este conteúdo foi escrito em colaboração com a Elsa Miranda, Assistente Virtual especializada em Serviços Financeiros e Administrativos. 

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Como passar de um simples projeto a um verdadeiro negócio digital https://nomadismodigital.pt/projeto-negocio-digital/ https://nomadismodigital.pt/projeto-negocio-digital/#respond Tue, 09 Jul 2019 04:30:01 +0000 https://nomadismodigital.pt/?p=11645 A criação de um negócio digital não foi algo que tenha surgido naturalmente. Na realidade, essa ideia foi uma evolução de um projeto profissional que estava a dar certo e a fazer-me feliz. Voltemos atrás no tempo… 2015: o ano em que percebi que a corrida que fazia entre o estágio que não satisfazia, que […]

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A criação de um negócio digital não foi algo que tenha surgido naturalmente. Na realidade, essa ideia foi uma evolução de um projeto profissional que estava a dar certo e a fazer-me feliz. Voltemos atrás no tempo…

2015: o ano em que percebi que a corrida que fazia entre o estágio que não satisfazia, que a faculdade pouco valor me agregava e que o trabalho em part-time que servia apenas para pagar as contas me estava a encaminhar para um abismo que não queria passar aos 24 anos.

Numa noite, lembro-me que me sentei à frente do computador a procurar formas de ganhar dinheiro a partir de casa. Eu só queria ficar em casa. Fiz trabalhos de tradução online mal pagos, trabalhei por menos de 3€ por hora e, no meio dessas pesquisas, percebi que…

“espera, tem de haver uma forma de construir uma atividade profissional que seja realmente sustentável (financeiramente, sim!) e que me deixe feliz”

Mãos à obra. Sacrifiquei todos os meus tempos livres para perceber primeiro o que é que eu gostava de fazer, o que é que eu sabia fazer, o que é que eu poderia fazer combinado esses dois fatores e o que é que eu ainda precisaria de aprender.

Os interesses, as competências (pessoais e técnicas) e o mercado (posicionamento e validação da ideia) são precisamente os três pilares que trabalhamos no curso online Descobre a tua Área Profissional no Online. Clica aqui para saberes tudo sobre este curso online.

E foi assim que, um ano depois, em 2016, tinha a minha atividade como freelancer em Marketing Digital, a trabalhar apenas em português, a trabalhar à distância, que me trazia um ordenado. O meu pequeno projeto tornara-se o meu pequeno negócio digital. Sustentável. Regular.

E é precisamente sobre essa fase em que o meu trabalho por conta própria se tornou a minha atividade profissional e fonte de rendimento constante que te vou falar neste artigo.

Sei muito bem o que é essa fase desafiante onde sentes que és capaz (pois já tiveste resultado), mas em que te sentes isolado e sem conseguir escalar o projeto para algo sustentável financeiramente.

Espero que este artigo te ajude nesta fase que estás a passar – acredita, vai valer a pena alcançar o negócio digital que vais criar!

Analisa o que já tens

Já criaste conteúdo e já captaste alguma atenção e audiência com ele. Mas será que sabes o que é que teve mais atenção e receptividade?

Analisa o que já tens no teu projeto para criares o teu negócio digital

Analisa todo o conteúdo que já criaste, nomeadamente posts de redes sociais, artigos de blog, newsletters, vídeos, etc., e analisa o que teve mais comentários, partilhas e leituras. Isso vai-te mostrar onde é que te deves focar.

Que conteúdo teu teve mais atenção, partilhas e comentários?

Por vezes temos tendência em querer fazer vários tipos de conteúdo. Mas… pensa bem também nos formatos e nos conteúdos nos quais vais investir o teu bem mais precioso: tempo.

Lembra-te que estás a escrever para uma persona, para uma audiência, não para ti. Tens que escrever conteúdos que resolvam as necessidades e os problemas dos teus leitores e potenciais clientes.

Identificados os conteúdos que tiveram maior atenção, porque não reutilizá-los e publicá-los em diferente formatos?

Ou seja, com o mesmo conteúdo que já está criado, podes testar diferentes formatos para teres assim mais material de análise. Assim vais percebendo, cada vez melhor, que tipo de posicionamento funciona melhor no teu projeto.

Cada pessoa terá o seu formato favorito e é importante que a tua mensagem chegue ao teu maior número de potenciais clientes, sobretudo numa fase de análise como tu estás agora.

A mensagem responde a uma necessidade específica, então não corres o risco de esta ser lida por quem “não interessa”.

Partilha e divulga os teus melhores conteúdos em diferentes formatos. Eis alguns exemplos:

  • Criar um audio do teu post em formato podcast ou até mesmo em vídeo;
  • Criar um infográfico com os pontos mais importante do teu artigo – podes usar ferramentas gratuitas como o Canva para isso;
  • Fazeres um vídeo à volta desse conteúdo e publicares no YouTube ou no IGTV.

Pensa sobre a tua visão e o teu plano de negócios

Antes de avaliares para onde tens que canalizar o teu tempo e energia, é importante que saibas exatamente para o que é que estás a trabalhar. E isto faz-se com uma visão e um plano de negócios.

Ter uma visão clara do que é que queres para o teu projeto significa que sabes exatamente o que é que queres fazer. O plano de negócios é, por outro lado, a caixa de ferramentas para lá chegares.

Visão

Vamos começar por trabalhar a visão do teu projeto.

O que é que queres fazer?

Sê específico na resposta – não precisa de ser uma resposta complexa, mas deve ser específica. Ou seja, por outras palavras a tua visão não deve ser apenas “criar um negócio como assistente virtual”.

Ok, podes querer realmente criar um negócio como assistente virtual mas deves questionar-te:

  • Quero trabalhar para todo o tipo de pessoas?
  • Quero atender telefonemas ou trabalhas apenas com o digital?
  • Quero fazer marcações de agendas ou apenas gestão de documentação?

Criar uma visão para o teu projeto pode demorar algum tempo, mas uma forma de te inspirares é olhares para empresas ou projetos que admiras – podem ser de nichos e áreas completamente diferente do teu. Questiona-te porque é que gostas tanto desses projetos.

Isso pode ajudar-te a criar uma visão ampla do teu projeto, que englobe os serviços e o sentimento que queres provocar e necessidades que procuras resolver no teu público alvo.

Plano de Negócios

Já tens a visão do teu projeto? Boa, vamos então trabalhar na questão do plano de negócios. Um plano de negócios é algo importante num negócio e pode parecer algo bem complexo se fizeres pesquisas por planos de negócios empresariais.

Mas se o teu projeto está a começar, tem calma: não é preciso ser algo super complexo.

Muitas pessoas acham que um plano de negócios é apenas necessário quando estamos à procura de investimento ou para começar uma empresa.

Na realidade sim, nesses casos é necessário ter um plano de negócios bem estruturado e complexo, mas mesmo sem seguir por esse caminho é importante que tenhas um plano de negócio do teu projeto – mesmo que não o mostres a ninguém.

Um plano de negócios acaba por servir como um mapa ou um GPS para te ajudar a alcançar o teu destino (visão), sobretudo numa primeira fase em que estás ainda a começar.

Para explicar essa importância, faço muitas vezes a analogia com uma peça de mobília: compras um móvel de televisão que tem cinco portas diferentes e três prateleiras. Dentro da caixa tens vários parafusos, várias buchas e várias madeiras. No livro que acompanha, só vem uma foto do móvel montado no final. Sem nenhuma instrução! Como te sentirias?

Por mais que gostes de lego, aposto que te irias sentir um pouco perdido. Pois bem, um plano de negócios é um pouco como um livro de instruções!

O que um plano de negócios precisa de ter?

Conceito

Tens o teu projeto, o teu público alvo, o tipo de conteúdo que fazes e a tua visão. Esta é a parte do plano em que colocas tudo isso no papel:

  • Descreve o teu projeto e a tua visão
  • Define os teus objetivos
  • Pensa nos produtos e serviços que queres associar ao teu projeto
  • Se tens concorrentes, pensa no que te difere deles
Marketplace

Concentra-te no mercado onde te queres posicionar e para quem queres vender:

  • Que plataformas queres usar para vender e divulgar os teus serviços e produtos?
  • Quem e como é o teu cliente ideal?
  • De que forma pretendes captar a atenção desse potencial cliente?
Dinheiro

Já fizeste algumas pesquisas e até já ganhaste algum dinheiro com o teu projeto. Agora é a hora de explicares como é que vais gerir isso tudo na prática.

Esta parte é, normalmente, a parte que demora mais tempo a fazer, pois precisarás de fazer alguma pesquisa:

  • Custos iniciais com o projeto
  • Custos operacionais
  • Outros custos: marketing, aplicações, contratações, etc. •Investimento a fazer e plano de recuperação

Networking

Apresenta-te e relaciona-te com outros profissionais do teu nicho – quer seja teus concorrentes diretos ou não!

Portugal não é um meio digital grande, então se te juntares a quem já trabalha na área podes aprender imenso e agregar valor à audiência que essas pessoas já têm.

Não olhes para a concorrência como competição: há mercado para todos, e quantos mais empreendedores digitais houver, mais as pessoas vão optar primeiramente pelo digital como fonte de informação e conteúdo.

Para te relacionares com pessoas que admiras, começa por identificá-las e segue os seus projetos como fã. Só depois disso é que tentas uma aproximação mais direta.

Para te aproximares, tens várias opções:

  • através das redes sociais com o LinkedIn. Na Comunidade Digital tenho um vídeo inteiramente dedicado ao LinkedIn, onde te dou dicas para teres um perfil que impressiona à primeira vista;
  • email;
  • mensagem privada nas redes sociais;
  • abordagem num evento.

Qualquer que seja a tua abordagem, faz uma abordagem honesta, sincera e que mostre que és realmente um fã dessa pessoa. Nunca envies uma mensagem a alguém que não conheces bem ou não sabes o que faz!

Os eventos são uma forma poderosa para te relacionares de foram mais próxima com pessoas que admiras.

Nos eventos do Nomadismo Digital Portugal, fico de coração cheio quando vejo seguidores do projeto a abordar de forma genuína pessoas como a Vânia Ribeiro do blog Made by Choices, ou a Sofia de Assunção, autora do podcast Musas ou ainda o António Barbot do projeto Vida Macro.

Estas são apenas exemplos de três pessoas que foram minhas convidadas nos eventos presenciais, alguns deles reservados aos membros da Comunidade Digital.

Conclusão

Espero que este artigo te tenha ajudado a ter mais clareza. Se estás pronto para dar um passo em frente, convido-te a descobrires a Comunidade Digital.

A Comunidade Digital é uma plataforma na qual vais ter acesso a dezenas de conteúdos, vídeos e workshops práticos sobre trabalho remoto, empreendedorismo e marketing digital.

Se ainda não tiveres uma ideia, vais também aprender a encontrar a tua ideia de sucesso, a criares tempo na tua agenda para desenvolveres o teu projeto ou ainda a dar os primeiros passos mesmo quando não tens portfólio, clientes ou dinheiro.

Na Comunidade Digital são publicados conteúdos destinados a qualquer pessoa, qualquer que seja o seu background, ideia ou projeto. Quer seja um blog, uma carreira de freelancer, uma loja online ou um negócio físico, na Comunidade vais aprender a olhar para o digital como um aliado e a tratá-lo, finalmente, como teu amigo.

Para além de toda a aprendizagem, vais também ter acesso a um fórum exclusivo onde vais poder conversar e trocar ideias, desabafos e dúvidas com os outros membros. A comunidade da Comunidade vai fazer-te sentir menos sozinho nesta caminhada de desenvolvimento profissional e vai proporcionar-te um suporte único e uma ajuda essencial.

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e-Residency: como funciona o programa da Estónia para os portugueses? https://nomadismodigital.pt/e-residency/ https://nomadismodigital.pt/e-residency/#respond Tue, 18 Jun 2019 02:32:03 +0000 https://nomadismodigital.pt/?p=11040 O programa e-Residency da Estónia é mais uma prova que o mundo está realmente a mudar. O desenvolvimento tecnológico é célere e tem feito com que as próprias lógicas políticas, económicas e administrativas sofram significativas alterações ao redor do globo. Hoje falo-te do programa e-Residency da Estónia que anda a conquistar cada vez mais nómadas […]

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O programa e-Residency da Estónia é mais uma prova que o mundo está realmente a mudar.

O desenvolvimento tecnológico é célere e tem feito com que as próprias lógicas políticas, económicas e administrativas sofram significativas alterações ao redor do globo.

Hoje falo-te do programa e-Residency da Estónia que anda a conquistar cada vez mais nómadas digitais e trabalhadores remotos (eu incluída!).

Aviso Legal: este conteúdo foi escrito com intuitos meramente informativos. A informação contida neste post não substitui um aconselhamento de um contabilista profissional. A autora e o Nomadismo Digital Portugal declinam expressamente qualquer tipo de responsabilidade decorrente de quaisquer efeitos adversos resultantes do uso ou aplicação desta informação.

Contexto do e-Residency

Fiquei fascinada com a história do e-Residency porque para entendermos o aparecimento deste programa, precisamos de retroceder até 1991.

Nesse ano a Estónia tinha acabado de conquistar a independência da União Soviética e estava na fase inicial de construção de uma economia.

Os líderes dessa altura foram rápidos em identificar o potencial da Internet e das ferramentas de colaboração de código aberto. O curioso é que esse interesse surgiu sobretudo porque a Estónia não tinha dinheiro para pagar licenças caras de software!

Assim, acabaram por se tornar a principal nação digital do mundo. A Estónia foi pioneira em várias iniciativas digitais, tornando-se um dos primeiros governos paperless (sem papel), criando uma estrutura digital à volta da sua economia e sociedade.

A título de curiosidade, na Estónia existem aulas de programação desde a escola primária e 99% dos serviços públicos são desmaterializados - ou seja, geridos e acessíveis online e digitalmente.

O programa e-Residency surge em 2014 como uma forma de fazer crescer a comunidade e a economia da Estónia.

Assim, este pequeno país de apenas 1,3 milhão de habitantes consegue um destaque importantíssimo e claro, também mais receita interna através da abertura de empresas que existem apenas no digital.

Gráfico de e-Residency
O número de residentes virtuais neste programa não para de aumentar! ©gov.ee
e-Residency em Portugal
Em junho de 2019, existem 388 portugueses inscritos no e-Residency. ©gov.ee

O que o e-Residency NÃO é

Este programa…

  • NÃO é um visto de residência. Se fores europeu, podes querer viver na Estónia visto que esse país faz parte da União Europeia. No entanto, se não tiveres um passaporte europeu, mesmo que estejas inscrito neste programa, isso não te dá direito de permaneceres na Estónia, na UE ou na zona Schengen;
  • NÃO é uma forma de evitares pagar impostos no teu país de residência. Este artigo publicado no Medium do Governo da Estónia explica porque é que este programa vai desiludir quem procura uma forma de escapar a impostos;
  • NÃO é uma identificação que pode ser usada para viajar ou como documento de identificação “real”;
  • NÃO faz de ti cidadão da Estónia, sendo que não terás direito de receber apoio consular por fazeres parte do e-Residency.
O que o programa e-Residency da Estónia NÃO é - Nomadismo Digital Portugal

O que é o e-Residency?

Em Portugal, habituados à burocrática gestão das questões relacionadas com os serviços públicos, estamos ainda longe da realidade de outros países.

Ainda temos a necessidade de nos deslocarmos muitas vezes a Lojas do Cidadão para tratar de documentos, de recorrer às finanças para gerir aspetos da nossa atividade ou ir até às urnas para colocar o nosso voto.

Esta não é a realidade de todos os outros países. Em alguns países do mundo, os usos do digital contemplam já a realização de vários atos burocráticos, visando, desta forma, facilitar a vida dos cidadãos aí residentes.

Este é o caso da Estónia. Neste país, há quase vinte anos que os cidadãos utilizam ferramentas tecnológicas para finalidades diversas relacionadas com este tipo de burocracia.

Atos como matrículas escolares ou universitárias, registos automóveis, acesso a registos médicos ou votar são facilmente realizados com recurso ao digital, poupando-lhes tempo e dinheiro.

Funcional e com resultados positivos, esta lógica fez com que os governantes estónios pensassem vanguardistamente na expansão do projeto digital a pessoas de todo o mundo.

Foi desta forma que nasceu o e-Residency, o primeiro programa governamental que permite a liberdade de estabelecer e gerir uma empresa baseada na União Europeia sem papéis e de forma 100% online.

Como exemplo, esta cidadania digital associada a este programa permite-me, enquanto empreendedora portuguesa, ter a minha empresa aberta na Estónia da qual faço a gestão a partir da Califórnia, prestando serviços par clientes em Portugal! Tudo isto de forma online e remota.

A quem se destina o programa e-Residency

O programa e-Residency (ou e-Residência), que nasceu em 2014 e desde então se encontra em desenvolvimento, destina-se a pessoas que não tenham cidadania estóina mas que desejem registar-se com um cartão eletrónico deste país para, desta forma, poderem criar a sua empresa ou registar a sua atividade por conta própria neste país.

Este programa é especialmente destinado a empreendedores que vendam serviços online ou que queiram aceder a serviços e ferramentas de negócios que não estejam contemplados no seu país de origem, destinando-se ainda a trabalhadores por conta própria e freelancers.

Este programa permite que alguém que não resida na Estónia possa ser, aqui, um “residente virtual”.

Integrando esta cidadania virtual, poderás assim abrir uma empresa ou gerir a tua carreira profissional como freelancer, sem passar por processos burocráticos complexos.

A maioria das empresas abertas com o programa e-Residency são empresas que funcionam remotamente e on-line, e onde a principal atividade comercial acontece fora da Estónia. Ou seja, são muitas vezes empresas remotas sem um escritório ou local de atividade fixo.

Pessoalmente, diria que a e-Residency é sobretudo para quem..

  • presta serviços 100% online;
  • procura ter uma empresa para escalar o seu negócio;
  • vive em vários países e procura uma forma de gerir toda a contabilidade de forma 100% remota.
Para quem é a e-Residencia da Estónia

Nota: todo o processo de abertura e gestão da empresa é feita em inglês e é recomendado ter conhecimentos básicos de compreensão para poder ler informações e trocar e-mails.

Qual é o tipo de empresa aberta?

Uma empresa aberta com o programa e-Residency é uma empresa europeia, baseada na Estónia. Tem os mesmos direitos e os mesmos deveres que uma empresa aberta fisicamente na Estónia.

A forma mais comum de abrir empresa sob este programa é como empresa privada limitada, intitulada na Estónia como , o que equivale em Portugal a uma sociedade unipessoal.

Isso significa que tu, como acionista, és legalmente responsável pelas dívidas da empresa na medida do valor nominal das tuas ações.

No entanto, para além de seres um acionista, és também membro do conselho de administração da tua empresa, com direitos e responsabilidades adicionais.

Um membro do conselho de administração de uma sociedade de responsabilidade limitada (OÜ) na Estónia é responsável por todas as atividades da empresa.

Se a tua empresa não cumprir as obrigações fiscais obrigatórias tu, como membro do conselho de administração da tua empresa, podes ser chamado individualmente para resolver o problema.

Para evitar isso é importante que garantas e mantenhas a tua empresa em conformidade.

Como funciona o processo de abertura

Para usufruires deste programa, deverás fazer, digitalmente, o teu documento de identidade estóino.

Pedido do Digital ID

Nesta primeira fase, vai-te ser pedido para revelares as tuas motivações para a realização do pedido.

Deverás explicar em que é que consiste o teu negócio ou atividade, e explicar porque é que uma empresa 100% online te vai ajudar a gerir melhor o teu trabalho.

É nesta fase também que deverás pagar €100, que é o valor de pedido da identificação digital (digital ID).

Após um processo de averiguação por parte do governo da Estónia, caso o teu pedido seja aprovado, deverás deslocar-te à embaixada da Estónia. Em Portugal, a embaixada da Estónia localiza-se em Lisboa.

A ida à embaixada da Estónia serve para confirmar a tua identidade, para que a tua empresa esteja legal e associada a alguém real. É um processo bastante rápido - no meu caso, demorou dez minutos.

Kit e-Residency da Estónia
Kit da e-Residency ©gov.ee

Depois de assinares uns papéis, é-te entregue o kit e-Residency, que contém o teu cartão de identificação estóino, os teus códigos de acesso e a pen de acesso, que te permite autenticares a tua identidade e procederes a assinaturas digitais.

Com esse cartão, poderás usufruir de todas as caraterísticas fiscais e governamentais da Estónia.

Desde o momento em que me registei no XOLO (ex-LeapIN) – serviço de contabilidade e gestão de empresa na Estónia – e preenchi o pedido e paguei os €100, até receber a convocação da embaixada da Estónia, todo o processo demorou aproximadamente três semanas.

Usa o código NOMADISMO no momento do registo no XOLO para beneficiares de um crédito de €100

Podes fazer o processo de pedido do ID diretamente no site oficial do e-Residency. Eu escolhi fazer o processo através diretamente do XOLO, pois sabia que queria trabalhar com eles na contabilidade da minha empresa.

Os custos de pedido do digital ID são os mesmos através do XOLO ou pelo site do governo da Estónia. A vantagem é que ao fazeres esta primeira fase através do XOLO, beneficias de suporte e acompanhamento individual.

Registo da empresa

Depois de teres o teu cartão de identificação, chegou a altura de registares a empresa.

Para isso deverás usar um serviço que te permite ter uma morada na Estónia e um representante legal. Podes ver a lista dos serviços certificados pelo governo da Estónia clicando aqui.

No meu caso, escolhi o XOLO. Se optares também pelo XOLO, regista-te clicando aqui e usa o código NOMADISMO para beneficiares de um crédito de 100€.

Nesta fase deverás preencher algumas informações sobre o teu negócio.

Novamente, todo o processo é feito em inglês, sendo que é necessário teres um conhecimento básico desta língua para entenderes os passos a realizar e conseguires preencher as informações pedidas.

Todo o processo é bastante rápido, e se tiveres alguma dúvida no preenchimento de alguma informação, tens sempre alguém no chat ou no suporte do XOLO para te ajudar.

Deverás também nesta fase escolher um nome para a tua empresa.

A plataforma do XOLO ajuda-te a perceber a legalidade e validade do nome que tens em mente, pois ajusta o que colocares como nome com as bases de dados empresariais da Estónia e da Europa.

Eu não consegui registar “Nomadismo Digital” como nome da minha empresa por causa de uma trademark associada à palavra “Digital” então ficou apenas “Nomadismo“.

Se não fosse a plataforma intuitiva do XOLO que dá um feedback imediato dos nomes, talvez tivesse registado “Nomadismo Digital“, e o nome tivesse sido recusado e todo o processo tivesse sido bem mais demorado.

Nesta fase terás também que pagar o valor de registo da empresa, que custa €190, e também terás que pagar €25 (+ IVA) pelo registo da empresa no Registo Comercial da Estónia.

Estes valores são pagos na plataforma do XOLO.

Resumo dos custos de abertura de empresa na Estónia

  • €100: pedido do digital ID
  • €190: registo da empresa (via XOLO)
  • €25 + IVA: registo da empresa no Registo Comercial da Estónia (via XOLO)
  • €49 + IVA: valor da primeira mensalidade do XOLO

Beneficia de um crédito de €100 no XOLO

Regista-te usando o código NOMADISMO para beneficiares de um crédito de €100 no XOLO!

Este valor permite-te, por exemplo, fazer face aos dois primeiros meses do plano base da plataforma.

No momento do teu registo inicial no XOLO, coloca NOMADISMO no campo que diz “REFERRAL CODE (OPTIONAL)“.

Impostos e taxas na Estónia

A carga tributária na Estónia é apelativa, mas está longe de ser um paraíso fiscal. Ou seja, se procuras o e-Residency como forma de escapar aos impostos, este programa não é para ti.

Começo por recordar algo que já disse acima. Este programa não te dá estatuto de residente fiscal na Estónia.

Isso significa que deverás sempre sempre pagar impostos pessoais no país onde és residente fiscal.

É muito importante entenderes a diferença entre e-residência e residência. O primeiro é um estatuto digital, o segundo é um estatuto físico com benefícios e obrigações residenciais.

Ter a e-residência não significa que és um residente fiscal estóino.

Vamos por partes sobre os impostos na Estónia.

O dinheiro que não sai da empresa

Na Estónia não pagas impostos sobre o rendimento corporativo. Isso significa que não existe imposto sobre o dinheiro que fica dentro da empresa.

Só existem impostos sobre o dinheiro que sai da empresa, por exemplo para pagar salários ou se quiseres retirar dividendos.

Se deixares o dinheiro dentro das contas da empresa = nenhum imposto!

Só tens de pagar impostos quando começares a tirar dinheiro da empresa, ou seja, pagando a ti mesmo um salário ou retirando os dividendos.

Salários

Ao tirares um salário da tua empresa, esse salário é classificado como salário de funcionário e nenhum imposto sobre o rendimento é pago na Estónia.

No entanto… isso não significa que esse salário seja livre de impostos!

O que isso significa é que não precisas, enquanto pessoa individual, de pagar impostos sociais na Estónia. Mas continuas responsável por declarar esse rendimento onde és residente fiscal.

Imaginando que tens empresa na Estónia e queres receber um salário da tua empresa.

Para isso, podes ter atividade aberta em Portugal e, sempre que retirares um salário da tua empresa, passas um recibo verde à tua empresa (e assim declaras esse salário em Portugal).

Podes receber um salário da tua empresa a qualquer momento. Podes tirar um salário uma vez por mês ou como um bónus pontual. Tu decides!

Não existe também nenhuma obrigação de retirares um salário regular, e não existe um limite máximo ou mínimo para o salário. Podes alterar o valor e a frequência dos pagamentos também.

Resumindo isto tudo com um exemplo prático:

A Carla é freelancer em Design em Portugal. Abriu empresa com o programa e-Residency, o que lhe permite ter uma empresa, com um enquadramento fiscal mais profissional e com custos mais baixos do que teria ao abrir empresa em Portugal. A residência fiscal da Carla está em Portugal, o que lhe permite que desconte em Portugal para ter acesso ao Sistema Nacional de Saúde e cotizar para a Segurança Social. A Carla tem atividade aberta como prestadora de serviços em Portugal, paga impostos em Portugal, sempre que tira um salário da sua empresa da Estónia passa um recibo verde à empresa. A vantagem é que o e-Residency permite à Carla gerir totalmente o rendimento da sua empresa e o valor que retira desta e permite-lhe escalar o seu negócio de Design com uma gestão totalmente online e custos inferiores do que uma empresa em Portugal tem.

Dividendos

Se quiseres receber dividendos da tua empresa, o imposto de rendimento corporativo (IRC) é pago na Estónia.

A taxa é de 20%, calculada em 20/80 do pagamento líquido que receberes. Imaginemos que recebes €800 de dividendos, o IRC será de €200 que deve ser pago na Estónia.

Nenhum imposto de rendimento individual é adicionado na Estónia. No entanto, o rendimento em si (os €800) deverão ser mesmo assim declarados em Portugal no IRS.

A empresa é tributada na distribuição pagando os 20% e o acionista é tributado onde for residente fiscal. Se for português e não tiver o estatuto de residente não habitual pagará 28%.

Portanto, se distribuires os dividendos da tua empresa da Estónia, pagarás 20% de IRC (na Estónia) + 28% de IRS (em Portugal).

Ou seja, não é muito aconselhado distribuir dividendos. Em Portugal, uma empresa unipessoal paga IRC de 21% + IRS de 28%, por isso é que não é comum haver distribuição de dividendos em empresas unipessoais, sendo que o lucro também não é significativo pois normalmente é pago em salário ou despesas - carro, viagens, restaurantes, etc.

Obrigada à ajuda do Luís Jordão, fundador da Stoik Capital, pelo apoio sobre a questão da distribuição dos dividendos.

Contabilidade e bancos com o e-Residency

Para além das vantagens relacionadas com o facto de ser tudo online, outro ponto a considerar deste programa é o tempo poupado em questões administrativas.

Pessoalmente, odeio burocracias administrativas e então quando mete contabilidade e números, sou a primeira a fugir!

A Estónia simplificou todo este processo ao máximo, e com o serviço do XOLO fica tudo mesmo fácil.

O XOLO tem integração (API) com o TransferWise e com o PayPal, onde movimento dinheiro da minha empresa.

Depois só preciso de fornecer os recibos e informações suplementares sobre despesas que efetuar. Tudo numa plataforma online e self-service, super intuitiva.

O XOLO trata de pagamentos e encaminhamentos de eventuais documentos, taxas e impostos para os diferentes países dos meus clientes e também trata de toda a comunicação com o governo estóino.

Sempre que existem impostos a pagar, recebo um email com o valor a transferir e pronto.

Bancos

A nível de bancos, podes escolher ter um banco físico ou um banco 100% virtual. Existem prós e contras em ambos os caminhos.

Bancos tradicionais

No caso de quereres um banco tradicional para a tua empresa, isso implicará que sejas obrigado a deslocares-te para abrires conta e tratares da documentação.

Atualmente, existem apenas três bancos que suportam o cartão e sistema e-Residency para autenticação. São eles:

  • SEB (Suécia)
  • Swedbank (Suécia)
  • LHV (Estónia)

Tanto o SEB como o Swedbank são bancos suecos relativamente grandes e de classe mundial, com operações de grande escala na Estónia.

O LHV é um banco estónio moderno, tendo como raízes uma empresa de investimento. A LHV é, na verdade, o banco usado pela Transferwise para todas as transações da SEPA em euros.

Abrir uma conta num banco tradicional tem várias vantagens, sendo a principal delas o facto de o teu dinheiro ter a segurança de um banco físico.

No entanto, a desvantagem é que para abrires uma conta num banco físico, tens que te deslocar a uma agência desse banco, com o teu cartão de residente virtual e com a documentação da tua empresa.

A abertura de uma conta bancária num banco físico não pode ser feita remotamente, apesar de depois de aberta, a conta poder ser gerida de forma virtual.

Bancos fintech

Contudo, é também possível criares uma conta em bancos virtuais, com o Revolut, o Transferwise ou o Holi para gerir o teu dinheiro na Estónia, visto que estes bancos aceitam a e-Residency para abertura de contas empresariais.

Nesse caso, podes fazer o processo de abertura totalmente online e sem necessidade de te deslocares.

Durante alguns anos era obrigatório ter uma conta da Estónia para pagamentos de dividendos, mas desde janeiro de 2019 que os relatórios de bancos como o Transferwise já são aceites para esses efeitos legais.

Contabilidade

No que diz respeito à contabilidade da tua empresa estónia felizmente existem alternativas 100% virtuais, que tratam de toda o sistema administrativo da tua empresa.

A que eu uso e que recomendo totalmente é o XOLO.

Usa o XOLO para a tua empresa estónia usando o código NOMADISMO no teu checkout e recebe imediatamente um crédito de 100€ na tua conta.

O XOLO é uma ferramenta de contabilidade que ajuda a gerir a tua empresa de forma totalmente remota.

Eu subscrevi o XOLO logo no início, tendo criado a minha empresa através do XOLO, o que me permitiu ser logo acompanhada desde o primeiro minuto nesta jornada do e-Residency.

Depois de te ajudar no registo da tua empresa, no entendimento de todo o processo e na obtenção da residência empresarial virtual, o XOLO trata de toda a contabilidade diária da tua empresa.

Tudo o que é faturação, relação e comunicação com as instituições tributárias da Estónia é tratado pelo XOLO, sendo que te é delegado uma pessoa que estará sempre disponível para te responder a todas as perguntas e dúvidas sobre o programa e gestão da tua empresa.

Como é que o programa estónio se adapta aos portugueses?

Este programa poderá ser apelativo para portugueses que queiram abrir empresa e que procuram um sistema que tenha uma tributação com uma carga mais leve do que o sistema português.

Atualmente, a Estónia é o único país da UE onde os lucros corporativos, desde que reinvestidos no próprio setor e dentro da economia nacional, não estão sujeitos a tributação.

Os lucros distribuídos estão, neste país, sujeitos a uma taxa fixa na ordem dos 20%.

Estas medidas colocam este país como um dos países europeus com maior liberdade económica e menor dívida nacional.

Além disso, apesar de as questões da dupla tributação continuarem a existir, o programa e-Residency garante que se um português obtiver rendimentos, mediante este sistema, que possam ser tributados na Estónia, o país luso deverá deduzir esse valor sobre o imposto do residente, num valor igual ao do imposto que tenha sido já pago no país de residência digital.

Para os portugueses, além dos eventuais benefícios fiscais, existe ainda uma redução significativa da burocracia.

Quais as vantagens e desvantagens do e-Residency face ao sistema luso?

Ser e-Residente estónio pode apresentar várias vantagens. Algumas das principais são as seguintes:

  • Menor perda de tempo com burocracia;
  • Maior facilidade na gestão e geração de valor empresarial;
  • Acesso aos serviços digitais governamentais estónios;
  • Possibilidade de abrir e gerir uma empresa remotamente;
  • A empresa criada será tratada e encarada como uma empresa nacional;
  • Ausência de imposto sobre valores reinvestidos na empresa;
  • Tributação na Estónia com dedução do mesmo no imposto português.

Apesar das suas vantagens, o e-Residency apresenta também algumas desvantagens, que devem ser mencionadas, embora algumas se relacionem, fundamentalmente, com questões de má comunicação:

  • Existe o risco de dupla tributação (apesar de a lei ser explícita quanto à ilegalidade da mesma);
  • É necessário ter um endereço físico no país. Ao subscreveres o XOLO, esta empresa passa a ser a tua representante legal na Estónia e poderás usar a morada do XOLO como morada da tua empresa. Se receberes algum correio, o XOLO digitalizará essa comunicação e colocará no teu painel de cliente;
  • O e-Residency não impede o pagamento dos impostos em Portugal;
  • Este programa não corresponde a uma atribuição de cidadania e o governo local não é obrigado a prestar apoio consular.

Conclusão

Deixo-te aqui alguns links úteis para leres mais sobre este programa:

Em caso de dúvida, deixa nos comentários que tentarei ajudar da melhor forma possível!

O post e-Residency: como funciona o programa da Estónia para os portugueses? aparece em Nomadismo Digital Portugal.

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https://nomadismodigital.pt/e-residency/feed/ 0
LinkedIn: um guia estratégico para promoveres o teu trabalho https://nomadismodigital.pt/linkedin-como-usar/ https://nomadismodigital.pt/linkedin-como-usar/#respond Wed, 29 May 2019 04:27:53 +0000 https://nomadismodigital.pt/?p=11021 Lançada em 2003, a rede social profissional LinkedIn conta hoje com mais de 2 milhões de membros em Portugal 1. O LinkedIn não deve ser, por isso, negligenciado quando trabalhas por conta própria – e não só. É essencial teres um perfil do LinkedIn atualizado e bem otimizado para apareceres nas primeiras posições dos resultados […]

O post LinkedIn: um guia estratégico para promoveres o teu trabalho aparece em Nomadismo Digital Portugal.

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Lançada em 2003, a rede social profissional LinkedIn conta hoje com mais de 2 milhões de membros em Portugal 1.

O LinkedIn não deve ser, por isso, negligenciado quando trabalhas por conta própria – e não só.

É essencial teres um perfil do LinkedIn atualizado e bem otimizado para apareceres nas primeiras posições dos resultados da pesquisa.

Sendo o LinkedIn uma das mais importantes plataformas profissionais da Internet, é um erro ficares fora dela!

Saberes como promover o teu trabalho no LinkedIn é essencial.

Nesta rede social podes promover a tua marca, serviços e trabalho, aumentando a probabilidade de encontrar clientes por lá.

Descobre neste artigo como é que podes usar esta rede social profissional como forma de atrair atenções para o teu trabalho ou negócio.

O que é o LinkedIn?

Deixar de procurar clientes para começar a ser encontrado por eles, é um dos objetivos máximos de um trabalhador remoto.

Saber como usar o LinkedIn é algo essencial para qualquer estratégia de marketing de um trabalhador remoto.

O teu perfil nesta rede social pode ser um aliado poderoso para trazer profissionalismo e reputação ao teu trabalho.

O LinkedIn tem mais de 467,000,000+ membros inscritos e esse número cresce todos os dias 2. A Europa conta com mais de 110 milhões de inscritos neste que é um dos sites mais populares e visitados da Internet.

Com mais de 100 milhões de visitantes únicos por mês 3, não ter um perfil otimizado e não saber como usar o LinkedIn pode estar a afastar-te de várias oportunidades de trabalho!

Como começar no LinkedIn?

Para te registares no LinkedIn, nada mais fácil: clica aqui e começa a criar a tua conta.

Esta que é a rede social profissional mais importante da Internet, não deve ser encarada só como uma forma de juntar todos os teus contactos profissional.

Saber como usar o LinkedIn para potencializar esses mesmos contactos é essencial.

No LinkedIn podes não só criar uma rede de contactos com outros profissionais, mas também podes (e deves!) utilizar várias funcionalidades como:

  • partilha e publicação de conteúdos (posts, vídeos, notícias, links…),
  • fazer comentários e participar em discussões,
  • inscreveres-te em grupos temáticos e profissionais,
  • destacar as tuas competências e interesses pessoais,
  • e muito mais!

Para um trabalhador remoto, é importante saber como usar o LinkedIn para ser encontrado por potenciais clientes e parceiros de trabalho.

Esta rede social é muito utilizada por agências de recrutamento e de recursos humanos, mas também por pessoas à procura de parcerias.

É comum ver no LinkedIn anúncios de novos projetos, de novas empresas e de procura de novos parceiros.

Portanto, depois de criares o teu perfil, chegou o momento de perceberes como é que podes usar o LinkedIn para teres mais clientes e trabalhos.

A otimização do perfil no LinkedIn

O teu perfil no LinkedIn é o teu CV online e, tal como um CV “tradicional”, este deve ser atualizado com regularidade e apresentado com profissionalismo.

Pessoa presente no LinkedIn

Ao otimizares o teu perfil e apresentares a quem te encontra um CV completo e realmente cativante, aumentas as probabilidades de essas pessoas quererem seguir o teu trabalho.

Preenche o máximo de seções e informações que conseguires tendo sempre, no entanto, em atenção, que tudo o que preencheres deve agregar valor à tua atividade profissional.

Coloca o teu perfil como “público” e cria um endereço personalizado

É importante que coloques o teu perfil do LinkedIn como estando público. Isso vai permitir que o teu perfil possa ser encontrado diretamente numa pesquisa do Google.

Facilita também que sejas encontrado segundo as tuas experiências e competências.

Teres um endereço url personalizado aumenta o teu profissionalismo e credibilidade.

Para saberes como colocar o teu perfil em modo público e teres um link personalizado, lê as instruções aqui.

Faz com que o teu perfil seja o mais completo possível

Inclui um resumo de ti logo na primeira parte do teu perfil no LinkedIn.

Nesse resumo, deves apresentar-te muito rapidamente, explicar qual é o teu objetivo profissional atual e quais são as tuas competências profissionais e pessoais de destaque.

Tanto na experiência profissional como na académica, cria pequenos resumos dessas experiências.

Mais do que falar em notas ou disciplinas que tiveste, fala do valor que essas experiências te ofereceram. O que é que retiveste e que usas como ativo na tua atividade atual?

Sempre que possível, organiza essa informação por listas de pontos para que a leitura seja mais atrativa e rápida.

Adiciona também anexos como imagens, fotografias, vídeos ou links, para enriquecer visualmente o teu perfil.

Headline/Título

Muitas pessoas não dão a devida importância a esta informação no perfil.

A chamada headline é a melhor forma de te apresentares de forma rápida a quem não te conhece.

Exemplo de Headline Titulo num perfil do LinkedIn

Resume aquilo que fazes e, sobretudo, aquilo que te distingue de todos os outros.

Um título como “Psicólogo freelancer remoto com + 5 anos de experiência” é bem mais atrativo que um simples “Psicólogo Freelancer”.

Resumo

Não escrevas um grande testamento na parte inicial do teu perfil!

Exemplo de Resumo de um Perfil no LinkedIn

Fica-te pelo essencial, apresenta-te de forma rápida e precisa, mas não tenhas medo em usar as melhores técnicas de marketing pessoal para te venderes como o melhor profissional da tua área.

Não mintas sobre as tuas habilidades e sê realmente fiel às tuas competências profissionais reais, mas mostra que és apaixonado pelo teu trabalho e que cumpres os requerimentos dos teus clientes com profissionalismo.

Experiência Profissional

Esta é, provavelmente, uma das secções mais importantes no teu perfil e que te permite apresentar o teu trabalho no LinkedIn.

Indica aqui todas as experiências que tiveste seja como freelancer, seja em projetos em equipa e empresas que agreguem valor à tua atividade profissional.

Enquanto freelancer, evita colocar posições como “Trabalho de Freelancer em Design: Abril 2016 – Atualmente”. Isso é muito vago!

Exemplo de experiência profissional num perfil do LinkedIn

Se tiveres autorização em citar clientes e projetos, não hesites em indicar os nomes dos projetos nos quais estiveste ou estás envolvido.

Se não tiveres autorização em divulgar nomes de clientes, podes sempre colocar títulos específicos como “Design para projeto online de e-commerce” e coloca os teus serviços e pontos chaves do teu trabalho.

Apresentar o teu trabalho de forma precisa é passar credibilidade ao teu próximo cliente.

Quais são as tuas competências?

Existe um campo no perfil do LinkedIn que muitos ainda não sabem como o otimizá-lo: o das competências.

Introduz as skills que te diferenciam enquanto profissional e pessoa, sendo o mais especifico possível.

Elas ficam destacadas no teu perfil e com o tempo as pessoas podem aconselhar uma ou várias das tuas qualidades!

Competências e Skills

Identifica as tuas competências

Não sabes que competências tens e sentes que precisas de ajuda para entender o que sabes, tens e és?

Criei um curso online especialmente dedicado a este trabalho, onde tentamos através da análise do que já tens hoje, como é que podes encontrar uma área profissional no digital.

Clica aqui para saberes tudo sobre este curso online

Segue pessoas, empresas e páginas

Saber como usar o LinkedIn com profissionalismo é sinónimo de abraçar todo o mundo profissional que ele te oferece.

Procura pessoas, empreendedores, empresas e projetos com os quais te sintas próximo e curioso.

Seguir pessoas e páginas é uma forma de seres “visto” por essas pessoas com quem gostarias de trabalhar no futuro.

Pede recomendações

Não tenhas medo em contactar clientes que tenhas tido ou até clientes com quem trabalhas atualmente de forma regular para pedir recomendações.

As recomendações deixadas no teu perfil LinkedIn permitem aumentar a tua credibilidade e valor enquanto profissional e não há nada de mais sedutor que ver alguém com um perfil bem completo com boas recomendações.

Recomendações num perfil

Ter recomendações no teu perfil do LinkedIn faz com que tenhas um perfil com mais qualidade e com algo que te diferencie dos teus concorrentes.

No LinkedIn podes pedir (e dar) recomendações a qualquer pessoa: chefes, clientes, parceiros, colegas de trabalho e pessoas com quem trabalhaste em projetos.

As recomendações dão confiança a quem te encontra pela primeira vez e ajudar a humanizar o teu perfil.

Participa e contribui com conteúdo

Tal como em outras redes sociais, também no LinkedIn podes partilhar e criar conteúdos.

Podes também comentar, seguir e dar likes em publicações de outras pessoas.

Se já crias conteúdos no teu blog ou site, sempre que for pertinente partilha o que fazes no LinkedIn.

Podes também, para gerar ainda mais tráfego e conversão do LinkedIn em direção ao teu site, escrever diretamente um artigo na plataforma.

Estas publicações podem ser uma ocasião perfeita para falares sobre o teu trabalho, criando uma peça de conteúdo útil e que interesse as pessoas para que, no fim, estas tenham vontade de saber mais contratando os teus serviços.

Se fores por exemplo nutricionista, podes criar publicações sobre nutrição. Podes escrever por exemplo conteúdos sobre benefícios de determinados alimentos ou sobre a importância de uma boa alimentação no trabalho. Este tipo de conteúdo é útil para quem lê e torna-te uma referência no tema!

Participa em grupos

Inscreve-te e participa em grupos de discussão que são relevantes para a tua atividade profissional.

Muitas faculdades e escolas têm também grupos de alumni que podem ser interessantes, para manteres contacto com antigos colegas.

Adiciona conteúdo e informação relevantes a esses grupos.

Faz por começar discussões e conversas interessantes, que te permitam apresentar-te enquanto profissional e dar a conhecer os teus serviços.

Sempre que os grupos autorizarem e for pertinente, podes também partilhar neles os conteúdos que criares (tanto no teu perfil do LinkedIn, como no teu blog).

Conecta-te e conversa com outros profissionais

Quem não sabe como usar o LinkedIn acha que para ter uma presença digital de qualidade nesta rede social basta ter um perfil completo e com todas as informações pedidas.

Errado.

Uma presença de qualidade nesta plataforma significa saber como usar o LinkedIn como uma rede social.

De nada te serve ter o perfil mais completo e rico da plataforma se não tens contactos!

No LinkedIn não precisas de te conectar única e exclusivamente com pessoas que conheces pessoalmente.

Precisas sim de te conectar com pessoas relevantes na tua área profissional.

Procura empresas, projetos e pessoas que te inspiram e, quando estas aceitarem o teu pedido de conexão, comunica com eles.

Envia mensagens a apresentar-te e a mostrar o teu agradecimento por te terem aceite e comenta em publicações que elas fizerem.

Quanto mais conexões relevantes tiveres no LinkedIn, maior é a probabilidade de as pessoas te encontrarem quando estiverem à procura de m profissional como tu!

Não te esqueças da tua fotografia

Como em todas as redes sociais, deves ter um cuidado especial com as fotografias que colocas no teu perfil e de forma pública.

No LinkedIn, ainda mais do que em qualquer outra rede social, precisas de te assegurar que a tua fotografia passa uma primeira impressão de profissionalismo e simpatia.

Selfies ou fotografias de grupo em que te auto-cortaste são, portanto, desaconselhadas.

Conclusão

Agora que já sabes o potencial desta rede social, mantém-te ativo.

Entra regularmente no LinkedIn, não só para atualizares o teu perfil com os teus mais recentes trabalhos e projetos, mas também para veres as publicações dos teus contactos e partilhares informações ou links interessados.

O LinkedIn é o sítio ideal para partilhares conteúdos relacionados com a tua atividade profissional.

Se és fotógrafo, partilha notícias relacionadas com a fotografia, projetos fotográficos ou exposições interessantes ou ainda novos artigos que publiques no teu blog.

Saber como usar o LinkedIn é essencial para ter uma presença digital de qualidade.

Trabalhar remotamente implica usar a Internet: seres encontrado nesta que é a maior rede social profissional é importante!


  1. Fonte: http://www.businessofapps.com/data/linkedin-statistics/
  2. Fonte: https://about.linkedin.com/
  3. Fonte: https://expandedramblings.com/index.php/by-the-numbers-a-few-important-linkedin-stats/
  4. Fonte: https://www.linkedin.com/help/linkedin/answer/4447?lang=pt

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Como receber pagamentos do estrangeiro? https://nomadismodigital.pt/pagamentos-estrangeiro/ https://nomadismodigital.pt/pagamentos-estrangeiro/#respond Tue, 21 May 2019 18:14:32 +0000 https://nomadismodigital.pt/?p=10989 Um dos aspetos mais importantes na vida de um freelancer é a garantia de receber pagamentos atempadamente e sem complicações - e isso pode implicar receber pagamentos do estrangeiro. Como freelancer tens a liberdade de trabalhar com clientes de todo o mundo. Isso é fantástico, pois aumentas a tua visibilidade no mercado, enquanto obténs maiores […]

O post Como receber pagamentos do estrangeiro? aparece em Nomadismo Digital Portugal.

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Um dos aspetos mais importantes na vida de um freelancer é a garantia de receber pagamentos atempadamente e sem complicações - e isso pode implicar receber pagamentos do estrangeiro.

Como freelancer tens a liberdade de trabalhar com clientes de todo o mundo.

Isso é fantástico, pois aumentas a tua visibilidade no mercado, enquanto obténs maiores rendimentos, uma vez que alguns países estão dispostos a pagar bem pelos teus serviços.

Mas como podes receber pagamentos de clientes no estrangeiro? 

Quer trabalhes remotamente a partir de Portugal ou o teu espírito aventureiro te leve a explorar o planeta enquanto trabalhas, existem métodos simples que te permitem receber pagamentos de qualquer parte do mundo, onde quer que estejas.

5 formas simples e económicas para receber pagamentos do estrangeiro

Os métodos que adotas para receber pagamentos deve facilitar a tua vida, mas também a dos teus clientes.

É muito mais provável que um cliente te pague prontamente online do que se tiver de preparar, por exemplo, um cheque.

Para além do tempo despendido, quando pensamos nas variadas formas de realizar transações hoje em dia, isso é pouco convidativo!

Fica então a conhecer quatro formar simples e económicas para podes solicitar aos teus clientes os pagamentos dos teus serviços.

PayPal

Telemóvel com PayPal, método de receber pagamentos do estrangeiro.

O PayPal é simples, rápido e seguro, sendo por isso um dos métodos de pagamento mais populares.

Com uma conta PayPal podes receber pagamentos de clientes de todo o mundo.

Basta criares uma conta gratuita e associares a tua conta bancária ou cartão de crédito.

Com uma conta pessoal no PayPal podes criar também faturas simples e solicitar pagamentos.

Quando o cliente te paga, o dinheiro fica imediatamente disponível no teu saldo PayPal e podes transferi-lo para a tua conta bancária sem qualquer custo (em 1-2 dias úteis tens o dinheiro na conta).

Quando o teu negócio estiver de vento em popa ou, caso queiras oferecer maior flexibilidade aos teus clientes, vender produtos ou associar a tua conta PayPal ao teu site, podes sempre criar uma conta PayPal Comercial.

Se quisermos apontar uma desvantagem ao PayPal é o facto de cobrar uma comissão quando recebes pagamentos.

Apesar de ser geralmente uma taxa reduzida, se o teu cliente for internacional e te pagar noutra moeda pode não ser tão rentável.

Por norma, podes contar com uma taxa por transação onde quanto mais recebes, menos pagas (0,35€ fixos + a percentagem variável entre 1,9 e 3,4%). Podes consultar as tarifas aqui.

Payoneer

Telemóvel com Payoneer, um método de receber pagamentos do estrangeiro

Menos conhecido que o PayPal, o Payoneer é, tal como o PayPal, uma carteira de pagamentos digital muito utilizada, fácil e segura.

O registo no Payoneer é totalmente gratuito, e uma vantagem é que é possível solicitar um cartão pré-pago, que podemos utilizar para movimentar no quotidiano o dinheiro que temos na conta Payoneer, sem precisar de o estar sempre a transferir para outra conta.

No Payoneer podemos movimentar várias moedas, como Euros, Dólares Americanos/Canadianos/Australianos, Libras e muito mais.

Comparativamente ao PayPal, o Payoneer tem taxas mais fáceis de gerir, visto que cobra uma taxa de 3% quando recebes um pagamento que solicitaste diretamente a um cliente.

Quando quiseres transferir o teu saldo para a tua conta bancária, tens uma taxa até 2% se o teu banco for de uma moeda diferente daquela que estás a transferir ou de €1,50 se estiveres a transferir euros.

Tenho usado cada vez mais o Payoneer e é muito fácil e prático de usar… e também mais em conta!

Para te registares, clica aqui e irás receber um bónus de $25 automaticamente no momento em que receberes os teus primeiros $100 na tua conta.

Transferência Bancária

Se os teus clientes estão em Portugal ou no Espaço Europeu, as transferências SEPA são definitivamente a forma mais económica e segura de receber pagamentos e um dos métodos mais praticados a nível nacional.

Basta fornecer o IBAN e o código SWIFT!

Alguns bancos cobram uma taxa de transferência (esta pode ser totalmente suportada pelo cliente ou com gastos partilhados) mas, atualmente, já existem muitos bancos europeus que disponibilizam transferências SEPA sem qualquer custo.

Também podes receber pagamentos de clientes fora da Europa ou com outra divisa que não o Euro, mas nesses casos já não é tão vantajoso para o cliente e demora mais tempo para que recebas o dinheiro na conta.

Transferwise

Telemóvel com o TransferWise e o cartão de débito. O TransferWise é um método para receber pagamentos do estrangeiro.

Se precisas de receber pagamentos do estrangeiro numa moeda estrangeira como o Dólar, Libra Esterlina, entre outras, o TransferWise vai facilitar-te a vida e deixar os teus clientes satisfeitos.

A vantagem deste método de pagamento online está nas taxas.

Ao contrário dos bancos, a TransferWise usa taxas de câmbio calculadas ao minuto e aplica comissões inferiores, possibilitando assim transações mais económicas para os teus clientes e mais rentáveis para ti.

A criação de uma conta multimoeda não tem custo, não pagas taxas ao receber pagamentos e podes até ter um cartão de débito, mas (há sempre um mas, não é verdade?) cobram uma pequena taxa entre 0.35% e 2% quando convertes moedas na tua conta ou fazes o levantamento do teu saldo para a tua conta, caso o teu saldo esteja numa divisa que não o Euro. 

Revolut

O Revolut oferece-te uma variedade de vantagens de forma transparente.

Mantendo o mindset do “abaixo as taxas bancárias abusivas”, com uma conta gratuita terás:

  • uma conta corrente gratuita no Reino Unido,
  • uma conta IBAN em Euros também sem qualquer custo,
  • acesso a 150 divisas onde apenas pagas a conversão interbancária, sem taxas escondidas,
  • levantamentos em ATM sem comissão até 200€ mensais,
  • entre outras vantagens.

Este serviço permite-te gerir os teus ganhos e gastos, configurar pagamentos periódicos, enviar dinheiro em variadas divisas com a taxa diária que se aplica, exceto ao fim de semana onde acresce 0,5% ou 1% dependendo da moeda que usas.

Se a criptomoeda faz parte do teu mundo, e se tens um estilo de vida nómada e nunca estás muito tempo no mesmo cantinho, as contas Premium e Metal oferecem-te opções interessantes que garantem que viajas com toda a comodidade e em segurança.

Como garantir que os pagamentos do estrangeiro chegam?

Agora que já sabes como receber pagamentos do estrangeiro, que tal umas dicas para garantires que te pagam? 

Seja um cliente novo ou um cliente de longa data, por vezes surgem imprevistos. Para assegurares os teus pagamentos e garantires que não trabalhas em vão, aqui vão algumas sugestões:

  • Investiga o cliente. Particularmente com clientes no estrangeiro, podes encontrar referências de outros freelancers relativamente à seriedade do cliente. Pesquisa por maus pagadores, má reputação, problemas com pagamentos, etc.;
  • Põe tudo por escrito num contrato. O contrato vai salvaguardar os detalhes do projeto, responsabilidades e garantias de pagamento (depósitos, prazos, método de pagamento, etc.); 
  • Já falei da necessidade de teres um método de pagamento simples e nada como testá-lo através de um depósito. Ao pedires um pré-pagamento dos teus serviços podes desde logo testar a boa fé do teu cliente;
  • Nunca te esqueças de enviar fatura. Se o projeto o permitir, fatura semanalmente. Isto torna os pagamentos mais “simpáticos”, uma vez que vais cobrando montantes menores a cada semana; 
  • Se tens pagamentos pendentes, não inicies novas tarefas até que regularizem a situação.

O teu trabalho tem valor, usa-o a teu favor

Dependendo do tipo de serviço que fazes como freelancer, podes usar estratégias adicionais para garantir que os clientes te pagam.

Por exemplo, se trabalhas como designer, podes proteger o teu trabalho com uma palavra-passe, até que seja pago na totalidade.

Podes também enviar amostras do teu trabalho com baixa resolução ou incluir uma cláusula no contrato na qual afirmas que o cliente não pode usar a tua propriedade intelectual até que o total do projeto esteja pago e, finalmente, evita dar ideias, sugestões ou amostras de trabalho antes de assinares o contrato. 

Optares por métodos de pagamento de confiança é um primeiro passo para teres uma atividade profissional como freelancer segura.

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Criar um trabalho ou negócio online: por onde começar? https://nomadismodigital.pt/criar-um-trabalho-ou-negocio-online-por-onde-comecar/ https://nomadismodigital.pt/criar-um-trabalho-ou-negocio-online-por-onde-comecar/#comments Tue, 07 May 2019 04:58:05 +0000 https://nomadismodigital.pt/?p=10960 Conheço bem a fase inicial de um negócio online. De o planear, de querer tanto e não saber como ter 1/4 dessas coisas todas. 2015: o ano em que percebi que a corrida que fazia entre o estágio que não satisfazia, a faculdade que pouco valor me agregava e o trabalho em part- time que […]

O post Criar um trabalho ou negócio online: por onde começar? aparece em Nomadismo Digital Portugal.

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Conheço bem a fase inicial de um negócio online. De o planear, de querer tanto e não saber como ter 1/4 dessas coisas todas.

2015: o ano em que percebi que a corrida que fazia entre o estágio que não satisfazia, a faculdade que pouco valor me agregava e o trabalho em part- time que servia apenas para pagar as contas estava a encaminhar-me para um abismo que não queria passar aos 24 anos .

Numa noite, lembro-me de me sentar à frente do computador a procurar formas de ganhar dinheiro a partir de casa. Eu só queria ficar em casa. Fiz trabalhos de tradução online mal pagos, trabalhei por menos de 3€ por hora e, no meio dessas pesquisas, percebi que… “espera, há forma de construir uma atividade profissional que seja realmente sustentável e que me deixe feliz”.

Mãos à obra. Sacrifiquei os meus tempos livres para perceber primeiro o que é que eu gostava de fazer, o que é que eu sabia fazer, o que é que eu poderia fazer combinado esses dois fatores e o que é que eu precisava de aprender.

E foi assim que, um ano depois, em 2016, tinha a minha atividade como prestadora de serviços (freelancer) em Marketing Digital, a trabalhar apenas em português, a trabalhar à distância, que me trazia um ordenado. Sustentável. Regular.

Em fevereiro 2016 criei o Nomadismo Digital Portugal, o site onde estás agora, perante a necessidade que senti em ter conteúdo sobre trabalho remoto e empreendedorismo digital em português e adaptado à nossa realidade. Depois de ter aprendido tudo do zero a partir de conteúdos estrangeiros, precisei (quis!) criar este projeto em português de Portugal.

Neste artigo dou-te algumas dicas de como podes começar a dar os primeiros passos na construção do teu negócio online, seja ele como prestador de serviços, com um blog, com uma loja online… qualquer atividade profissional no online.

Lidar com crenças limitantes sobre negócios online

Muitas pessoas acham o passo de encontrar clientes é o mais difícil da jornada de um novo negócio online. Eu acho que o mais difícil é mesmo o início, o primeiro passo e o de encontrar a resposta para:

O que raio é que eu posso fazer para ganhar dinheiro online?

Mas antes de responder a essa pergunta, vamos falar sobre algo que é essencial e tão pouco falado: as tuas crenças limitantes.

A dificuldade em encontrar uma resposta para a pergunta acima está, muitas vezes, ligado com esta questão das crenças limitantes.

Crescemos a achar que ter um trabalho bom é estar numa “boa” empresa, com um “bom” salário que nos permita ter uma “boa” casa e um “bom” carro.

Durante toda a minha vida cresci com a ideia e convicção que o sucesso se media pelos bens materiais que tinha, porque eles refletiam diretamente o salário que eu ganhava.

Esta foi provavelmente uma das maiores crenças limitantes que tive que combater no meu início da jornada da criação do meu negócio online.

Não me entendas mal: gosto de ter conforto financeiro e gosto de ter a possibilidade de poder comprar o que me apetece.

Mas a reflexão perante a minha insatisfação constante com a minha realidade profissional, fez-me entender que essa não era de todo uma prioridade que eu devia ter, pois não me faria feliz.

O que me fazia feliz era ter tempo para fazer coisas que gosto (viajar, sobretudo) e poder estar dependente de mim e controlar os meus próprios horários.

E no fundo, também me fez refletir que quanto mais dinheiro ganhava por mês, mais bens comprava, e mais dinheiro seria preciso ganhar para pagar esses bens materiais, e mais teria que trabalhar para poder garantir esse trabalho… enfim, a clássica corrida dos ratos!

Outras crenças limitantes que fazem normalmente parte desta fase inicial de se trabalhar por conta própria são por exemplo:

  • isto não dá dinheiro
  • isso é só para os jovens
  • é preciso entender de computadores
  • ninguém me vai pagar para fazer isto
  • nunca vou conseguir
  • é preciso saber inglês
  • etc, etc, etc.

Sobre esta temática, convido-te a ler um artigo muito interessante escrito pela Sofia de Assunção, Coach PNL e Facilitadora de Processos de Des-Coberta, intitulado “Como transformar crenças limitantes em crenças impulsionadoras”:

Como transformar crenças limitantes em crenças impulsionadoras

O que é que gostas, sabes e és?

Primeiro passo vai ser perceberes o que é que gostas de fazer. Olha para o teu trabalho atual:

  • Gostas do que fazes ou não?
  • Será que o que te está a deixar infeliz é o trabalho em si ou somente o ambiente e contexto (não gostares da tua equipa, dos teus superiores, perderes demasiado tempo nos transportes, os horários que te pedem para fazer, etc.)?

Faz uma lista dos aspetos que gostas mais e gostas menos de fazer no teu dia a dia. Assim saberás exatamente o que é que queres ter no teu panorama ideal.

Faz também uma lista das competências que tens. Não te foques apenas nas competências técnicas (como programas, ferramentas ou aplicações) mas também nas chamadas soft skills.

As soft skills são competências que não são aprendidas na escola e, no entanto, são cada vez mais essenciais para qualquer trabalho. São competências mais comportamentais e humanas, que muitas vezes são menosprezadas durante a formação escolar e académica.

Exemplos de soft skills são:

  • Saber comunicar
  • Ter à vontade para falar em público
  • Liderança
  • Empatia
  • Habilidade em ensinar e em aprender

Ao juntares o que gostas de fazer ao que sabes fazer, tenta perceber que serviços podem ser feitos a partir daí. Se calhar para fazeres aquilo que gostas, vais precisar de aprender novas competências – e está tudo bem, não deixes que isso seja uma barreira e motivo de desistência.

Hoje, graças aos blogues, aos canais de YouTube e a várias plataformas de cursos online, podes aprender milhares de competências a partir de casa, nos horários que te dá mais jeito!

Convido-te a ler um artigo bem detalhado que publiquei com muitas ideias de serviços e trabalhos que podem ser feitos remotamente. Lê todos e inspira-te a pensar e sair da tua “caixa” que é a tua mente:

Mais de 20 ideias para trabalhar a partir de casa

Descobre o teu negócio online sustentável

Numa altura em que se fala tanto de vivermos as nossas paixões, eu acho que andamos a deixar de lado o tema da sustentabilidade.

Ganhar dinheiro com o que fazemos é importante – se assim não fosse, não haveria tantos de nós a aceitar trabalhos que não gostamos.

Precisamos de pagar contas, precisamos de nos sentir seguros e de proporcionar segurança e estabilidade à nossa família.

Para te ajudar a encontrar uma área profissional, criei um curso totalmente online que conta com mais de 20 aulas de vídeo e que te ajudará a desconstruíres e trabalhares os três fatores que, acredito, na sua combinação, formam um negócio online sustentável e feliz:

  • os teus interesses,
  • as tuas competências
  • e a procura - mercado.
Encontrar a área profissional enquanto freelancer e prestador de serviços
Pirâmide dos negócios online e áreas sustentáveis - Nomadismo Digital Portugal

São estas três camadas que trabalhamos neste curso prático que te vai fazer pôr as mãos na massa para descobrires, o que já tens, sabes e és, uma atividade, área ou negócio online que se adapte à tua vida.

Clica aqui para saberes tudo sobre este curso online.

Como te podes diferenciar nos negócios online?

Já tens uma ideia do que podes fazer enquanto trabalhador independente. Boa! Mas eis que surge uma sensação de:

quem sou eu para trabalhar nisto, quando tanta gente já faz algo similar?

Bem vindo ao meu clube: o clube dos impostores!

Já fiz um vídeo onde falei deste síndrome do impostor – não estás sozinho. No entanto, não te deixes já derrotar.

Por mais cheio que te possa parecer um determinado nicho ou determinada área, pensa: não existe nenhum outro profissional igual a ti. Ninguém tem a combinação do que tu sabes e és. Ninguém.

E isso é o que vai garantir o teu sucesso enquanto profissional: não o que fazes, mas quem és.

Começa por definir para quem queres falar. Para isso, vais usar uma ferramenta muito utilizada no marketing: as personas.

Segundo o dicionário financeiro, uma persona é “o perfil detalhado de um cliente que representa um público-alvo. É um personagem fictício utilizado no marketing digital”.

Cria uma personagem fictícia para o teu projeto. Isso vai ajudar-te a ter mais clareza sobre o teu tipo de cliente ou pessoa que queres captar.

Tenta criar um perfil com uma história o mais detalhada possível:

  • Que idade tem essa personagem?
  • Qual é o seu background académico e profissional? • O que é que faz hoje profissionalmente?
  • Onde é que vive?
  • Tem filhos?
  • É casado ou solteiro?
  • Com que desafios se vê hoje a enfrentar?
  • Que necessidades tem hoje?

Ao criares este perfil detalhado, estás a criar uma vida que te vai ajudar a criar conteúdo que responde diretamente ao tipo de pessoa para que queres falar.

A cada conteúdo (tanto como um post no teu blog, um email ou um post nas redes sociais), pergunta-te:

Será que a minha persona irá achar útil o que estou para aqui a dizer?

Com essa pergunta, vais garantir sempre que tudo o que publicares estará destinado ao sucesso!

Depois de saberes para quem exatamente queres falar, vais perceber que a tua forma de falar para essas pessoas é certamente diferente de todos os concorrentes… e vai também fazer com que olhes para esses “concorrentes” de forma diferente.

Cria conteúdo relevante sobre o teu negócio

Não esperes por ter tudo decidido e organizado; não precisas de um site bonito, não precisas de ter tudo harmonizo e organizado.

Ao saberes o que queres fazer, o que tens para oferecer e para quem queres falar, já tens o essencial para começar a criar conteúdo relevante para quem precisa de ti.

Aconselho-te a começares a criar conteúdo gratuito, através das redes sociais ou de um blog… mas começa já a captar os emails de quem te lê!

Levar as pessoas ao teu blog ou plataforma e fornecer-lhes conteúdo útil e relevante é essencial – e é, sem dúvida, o primeiro passo no processo de atrair potenciais clientes.

No entanto, o segundo passo deve ser criares uma lista de e-mails para te comunicares com as pessoas de forma mais direta.

Mesmo com anúncios segmentado e tantas redes sociais, não podes fazer o teu negócio depender de plataformas de terceiros - garante que não perdes o rasto de quem te lê e gosta do que fazes!

Leituras recomendadas:
Lista de emails: o que é e porque é que é essencial teres uma

Se ainda não tens um blog ou site, tenho um tutorial para começares o teu blog ou site profissional. Clica aqui para ler.

Conclusão

Para começares, deves ter algum planeamento do destino para onde vais. Se não souberes o destino, qualquer caminho servirá e isso pode dar sarilho.

Analisa o que gostas, o que tens e cruza esses dados para encontrares um ponto de interceção de negócio. Isso é possível e, se tiveres dúvidas, o curso online Descobre a tua Área Profissional no Online irá ajudar-te nesse processo.

O post Criar um trabalho ou negócio online: por onde começar? aparece em Nomadismo Digital Portugal.

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Cursos Online: Plataforma Própria vs Plataforma Pronta “Chave na Mão” https://nomadismodigital.pt/plataforma-cursos-online/ https://nomadismodigital.pt/plataforma-cursos-online/#respond Tue, 30 Apr 2019 05:52:10 +0000 https://nomadismodigital.pt/?p=10692 Este artigo vem no seguimento de um tópico discutido no fórum da Comunidade Digital. Nesse tópico, eu e os restantes membros debatemos o tema de se compensa investir numa plataforma própria para os nossos cursos online ou se devemos apostar numa plataforma pronta, como são exemplos o Hotmart, o Teachable, o Udemy ou o Thinkific. […]

O post Cursos Online: Plataforma Própria vs Plataforma Pronta “Chave na Mão” aparece em Nomadismo Digital Portugal.

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Este artigo vem no seguimento de um tópico discutido no fórum da Comunidade Digital. Nesse tópico, eu e os restantes membros debatemos o tema de se compensa investir numa plataforma própria para os nossos cursos online ou se devemos apostar numa plataforma pronta, como são exemplos o Hotmart, o Teachable, o Udemy ou o Thinkific.

Se não conheces a Comunidade Digital, clica aqui para saberes tudo. A Comunidade foi desenhada para juntar empreendedores e prestadores de serviços dedicados a partilhar conhecimento e informação para proporcionar um crescimento geral.

Aí não só encontras um fórum onde podes publicar dúvidas, perguntas, pedidos de feedback, sugestões e reflexões, mas também terás acesso a conteúdos exclusivos criados por mim como diretos, vídeos de conversa com empreendedores e workshops únicos. Clica aqui para acederes a esta Comunidade.

Se queres lançar um curso online, seja este gratuito ou pago, vais enfrentar a questão da plataforma. Já não basta termos que pensar na gravação, edição e divulgação, como também entra na equação a questão do alojamento do curso!

Neste artigo vou partilhar um pouco da minha experiência neste tema.

Criar uma plataforma própria: a minha experiência

No ano passado, lancei um projeto intitulado Academia Digital que foi entretanto descontinuado e reformulado, dando origem à Comunidade Digital.

Quando comecei com a Academia, eu desenvolvi do zero e de raiz toda a plataforma no meu site. Usei na altura o WordPress - plataforma que aconselho sempre. Ao usarmos o WordPress, temos vários plugins de cursos e memberships como o MemberPress (este foi o que eu usei!) ou o Paid Memberships Pro.

No entanto, eu demorei mais de um ano a desenvolver esta plataforma. De notar, claro, que não estava dedicada a tempo inteiro a este projeto, mas mesmo assim…

Não contratei ninguém, porque tenho conhecimentos em programação e desenvolvimento de website e plataformas, mas deu muito trabalho. Para além do conhecimento necessário para programar alguns aspetos e para configurar corretamente todo o plugin e funcionalidades suplementares, é também preciso muita atenção na adaptação do tipo de servidor que se tem para suportar o tipo de plugins e funcionalidades requeridas por um site desse tipo.

Depois disso, já com a plataforma no ar, é muita a exigência técnica de manutenção e gestão da plataforma no dia a dia. De membros que não conseguem entrar por algum problema, de pagamentos recorrentes que não são ativados, de métodos de pagamento que requerem um grande trabalho de configuração, etc.

Contudo, ao criar de raiz um site destes, consegues garantir que fica como tu queres e sonhaste!

Hoje uso o Hotmart: a minha opinião

Ao descontinuar a Academia Digital, optei por usufruir da Hotmart para a venda, alojamento e gestão dos meus conteúdos.

A Hotmart é a maior plataforma de produtos digitais e online da América Latina e chegou agora a Portugal, com a adaptação dos checkouts e pagamentos ao nosso país (inclui, por exemplo, o Multibanco).

Sim, paga-se uma percentagem por cada venda à Hotmart, mas não tenho tempo investido em gerir plataformas, em construir sites e em gerir membros e acessos. Ainda por cima, faz a gestão de afiliados automaticamente e abre os meus produtos para uma exposição gigante na América Latina.

Acreditem, mesmo eu que trabalho com site e programação, andava estafada com a Academia como ela tinha sido criada! Não só consumiu muito tempo na criação da plataforma, como exigiu muita gestão depois de ter sido lançada.

Hoje todos os produtos do Nomadismo estão à venda através da Hotmart e inseridos também no Mercado - podes ser afiliado de todos eles! Os produtos atualmente à venda do Nomadismo são:

Plataforma de Raíz vs Plataformas Prontas de Cursos Online

Criar uma plataforma de raíz

Prós:

  • criação de um site que se adapta totalmente à tua visão, a nível de design, organização e funcionalidades
  • custos muito baixos de transação nos momentos de venda - é preciso ter em conta os custos associados às transações dos métodos de pagamento instalados.

Contras:

  • muito trabalho de programação e criação de site (se não souberes fazer, a contratação de alguém é certamente superior a 1000€ por um bom trabalho)
  • exigente no dia a dia, para manutenção diárias e gestão de membros e pagamentos
  • custos iniciais de investimento (os plugins de memberships e cursos são geralmente pagos)
  • alguns métodos de pagamento exigem contratos com terceiros, como é o caso da implementação do Multibanco

Usar uma plataforma pronta de cursos online

Prós:

  • nenhuma exigência na configuração, programação e criação da plataforma
  • suporte disponível para ajudar em qualquer problema, seja com membros, seja com a plataforma
  • geralmente, a maioria das plataformas (pelo menos a Hotmart faz isso), tratam da faturação e do ajuste dos IVAs, o que é muito bom se tens vendas para Portugal, mas também para outros países

Contras:

  • taxas no momento de transação ou na utilização da plataforma (abaixo alguns custos mais detalhados)
  • dependente das funcionalidades e apresentação da plataforma

Custos das plataformas de cursos online

Hotmart

  • a utilização da Hotmart é gratuita: se ofereceres cursos gratuitamente, não pagas nada e tens acesso a todas as funcionalidades da plataforma também. É ótimo para testar conteúdos! No entanto, esta plataforma requer exclusividade dos conteúdos: ou publicas com eles, ou se publicares em outros locais não podes vender através da Hotmart.
  • em caso de transações e vendas, a Hotmart deduz de cada venda 9,90% + R$1,00 (equivale aproximadamente a 0,23€). Por exemplo, o eBook Como Ser Freelancer custa 19,99€ e eu recebo, por cada venda na Hotmart, 17,51€

Invato

  • pagas consoante o número de membros que tiveres inscritos. Até 100 membros/inscritos, pagas USD$10 por mês (aproximadamente 8,89€)

Teachable

  • tens um plano gratuito, limitado a nível de funcionalidades, no qual pagas 10% + USD$1 por cada venda que fizeres, mas que te permite também oferecer cursos gratuitos
  • para não teres comissões, deves subscrever o plano professional que custa USD$948 por ano ou USD$99 por mês

Thinkific

  • no Thinkific, não pagas sob cada transação, mas sim consoante as funcionalidades que precisas!
  • tens um plano gratuito que é limitado no que diz respeito às funcionalidades disponíveis
  • os planos pagos começam nos USD$49 por mês.

Udemy

  • a Udemy é sobretudo vantajosa pelo seu marketplace. Ou seja, isto pode ser bom para quem ser inserido num mercado global, que já existe e expandir assim a sua projeção, mas talvez para outras pessoas seja preferível criar a sua própria projeção e não ser inserido num marketplace
  • a Udemy obriga que o teu curso no máximo entre €19,99 e €199,99 (preços sem saldos e descontos)
  • a publicação dos curso é gratuita, sendo deduzido uma percentagem de venda que pode ir de 3% até 75%. Se venderes diretamente o teu curso à tua audiência, através de promoção direta, ganhas 97% do valor do teu curso; se a venda for feita através do marketplace da Udemy, ganhas 50% do valor do teu curso; se um afiliado teu vender o teu curso, recebes 25% do valor do teu curso.

Qual escolher?

Antes de decidires a plataforma para os teus cursos online, convém saberes a resposta a esta pergunta:

  • que exigências específicas tens para o teu conteúdo? Apenas vídeo? Comentários? Fórum? Programa de afiliados?

Antes de começares a ver as plataformas de cursos online, faz uma lista das funcionalidades que precisas absolutamente para depois avaliares cada uma das plataformas com maior precisão e foco.

Depois, tens que decidir se preferes investir dinheiro e tempo na criação de algo interno ao teu site para teres um maior rendimento a longo prazo ou se, pelo contrário, a tua prioridade neste momento é lançares o teu projeto no imediato.

Deixa nos comentários outras reflexões e perguntas que tenhas sobre estas plataformas de cursos online!

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Livros de empreendedorismo: os essenciais https://nomadismodigital.pt/livros-sobre-empreendedorismo-trabalho-remoto/ https://nomadismodigital.pt/livros-sobre-empreendedorismo-trabalho-remoto/#comments Tue, 16 Apr 2019 11:10:15 +0000 https://nomadismodigital.pt/?p=2773 Sou o que sou muito pelo que li. E isto também diz respeito ao meu trabalho como freelancer e empreendedora. Neste artigo mostro-te alguns dos meus livros de empreendedorismo e trabalho remoto favoritos. Estas leituras ajudaram-me a lidar com o facto de ter que me tornar aquilo a que chamo uma “faz tudo”. No início […]

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Sou o que sou muito pelo que li. E isto também diz respeito ao meu trabalho como freelancer e empreendedora. Neste artigo mostro-te alguns dos meus livros de empreendedorismo e trabalho remoto favoritos.

Estas leituras ajudaram-me a lidar com o facto de ter que me tornar aquilo a que chamo uma “faz tudo”. No início do meu trabalho como freelancer remota, não pude contar com uma equipa para angariar de clientes, para me gerir as finanças, ou para fazer a gestão do meu tempo.

Os livros sobre empreendedorismo que te mostro aqui são uma fonte de conhecimento, com os quais adquiri conhecimentos que me permitiram trabalhar remotamente de forma sustentável.

Sem estes livros as coisas poderiam ter sido muito diferentes!

Os meus livros de empreendedorismo favoritos

Pense e Fique Rico de Napoleon Hill

Livros sobre Empreendedorismo e Trabalho Remoto: Pense e Fique Rico

Demorei algum tempo até começar a ler este livro depois de o ter. Mesmo com vários empreendedores digitais e nómadas digitais a aconselhar este livro, o título soava-me a algo demasiado utópico e superficial.

Passado esse preconceito inicial, o livro leva a uma mudança de mentalidade incrível. Uma leitura indispensável para perceber a mentalidade por detrás do sucesso financeiro e económico e como é que o pensamento e o poder da mente pode, realmente, influenciar o dinheiro que ganhamos e gerimos.

Pai Rico, Pai Pobre de Robert Kiyosaki

Livro Pai Rico, Pai Pobre

Um dos livros sobre empreendedorismo que devorei em algumas horas. Um livro que, graças a uma história de duas crianças, explica o que é a inteligência financeira e como é que duas diferentes visões relativamente à gestão de dinheiro levam a caminhos e resultados tão diferentes.

Uma leitura muito simples e com a qual acabamos a pensar de forma diferente sobre o nosso negócio, sobre o nosso dinheiro e sobretudo sobre como ganhamos e investimos os nossos rendimentos.

Este livro prova que aquilo que enriquece as pessoas não é o dinheiro, as ações, sorte ou trabalho: é como é que nos posicionamos mentalmente face à riqueza e ao sucesso.

Startup: Comece a sua empresa por 100€ de Chris Guillebeau

Livro Startup com 100 euros

Um livro inspirador que fala de casos e de histórias de empreendedores que gerem hoje negócios de milhares de euros, tendo muitos deles começado esses mesmos negócios com apenas 100€ ou menos!

Chris Guillebeau identificou várias histórias de sucesso ao longo das suas viagens: nómada digital, Chris já viajou por mais de 175 países enquanto transforma ideias em negócios de sucesso!

A Arte da Guerra no Marketing de Pedro Barbosa

Livro A Arte da Guerra no Marketing

Um livro para perceber de forma clara a importância de como é que o marketing e a gestão são áreas tão próximas, com uma história real (na qual algumas das personagens até conhecemos) e que prova que um livro de marketing não precisa de ser algo aborrecido e técnico!

Com a mítica e os ensinamentos de Sun Tzu percebemos como é a mentalidade portuguesa. O posicionamento e a estratégia de gestores de sucesso na realidade portuguesa fica bem mais clara com esta leitura.

4 Horas por Semana (Trabalhar Menos, Produzir Mais) de Tim Ferriss

Livro 4 Horas por Semana

É provavelmente o mais famoso dos livros sobre empreendedorismo e trabalho remoto desta lista. O 4 Horas por Semana é um livro essencial para qualquer um que deseja trabalhar online e ser mais produtivo. Não é um livro sobre trabalhado remoto, nem sobre nomadismo digital: é um livro sobre trabalho e produtividade.

Prova que não temos que ser escravos do trabalho. Prova que é possível ser mais produtivo e trabalhar menos. E isso tudo, sendo mais feliz e aproveitando a vida.

Considerada por muitos a “Bíblia dos Nómadas Digitais”, Tim Ferris conseguiu com este livro fazer-nos acreditar que é possível. Nós também podemos trabalhar 4 horas por semana (sem por isso perder conforto financeiro). Leitura indispensável!

Marketing Digital na Prática de Paulo Faustino

  • Versão em Português: Wook

O Paulo Faustino é uma referência no Marketing Digital em Portugal e este livro é um guia para quem está a iniciar-se nos seus projetos digitais.

Com ele, aprenderás a base do marketing digital, do marketing de conteúdo e de como podes potencializar e divulgar o teu projeto. É daqueles livros que é um guia de consulta constante!

Remote de David Heinemeier Hansson e Jason Fried

Remote - Livros Sobre Empreendedorismo - Nomadismo Digital Portugal

Um livro que fala sobre o impacto do trabalho remoto e da automação no contexto empresarial. É um livro importante para perceberes de que forma o trabalho remoto vai influenciar o trabalho em equipa e a interação com outras pessoas e colegas.

Ferramentas dos Líderes de Tim Ferriss

Ferramentas dos Lideres- Livros Sobre Empreendedorismo - Nomadismo Digital Portugal

Do autor do 4 Horas por Semana, este livro é bem diferente mas super, super valioso. São entrevistas a algumas das minhas grandes referências (destaco o Seth Godin, a Sophia Amoruso, o Paulo Coelho, o Malcolm Gladwell ou ainda o Seth Rogen) focadas em ferramentas que todos os empreendedores precisam para o seu sucesso.

E que ferramentas são estas? A saúde, o auto conhecimento, o bem estar… basicamente, este livro é uma bíblia para o mindset que, enquanto empreendedores, devemos ter.

Tribe of Mentors de Tim Ferriss

Tribe of Mentors - Livros Sobre Empreendedorismo - Nomadismo Digital Portugal

Um pouco na mesma onda do anterior, este Tribe of Mentors (ainda sem tradução em Português) é mais focado no empreendedorismo e na prática. Algumas das entrevistas que mais gostei foi a do Joseph Gordon-Levitt, a do Jimmy Fallon e a grande Marie Forleo.

Neste livro recebemos conselhos práticos e focados de alguns dos maiores empreendedores e celebridades, que parecem que estão à conversa connosco. Um must-have para quem quer uma leitura relaxada mas que provoca reflexões importantes.

O Livro dos Fazedores de Mariana Barbosa

O Livro dos Fazedores - Livros Sobre Empreendedorismo - Nomadismo Digital Portugal

Um dos últimos livros de empreendedorismo que li e que recomendo muito! A jornalista Mariana Barbosa conta, neste livro, a evolução do panorama do empreendedorismo em Portugal e de algumas das startups portugueses mais importantes.

Eis a minha avaliação no Wook: “Finalmente um livro em Português, sobre Portugueses e sobre a realidade do Empreendedorismo em Portugal! Adorei a forma como foram realizados os contextos de todos os empreendedores e startups que passam pelo livro. Qualquer empreendedor português, ao ler isto, se consegue identificar com os desafios e realidades apresentadas. É um livro não só para quem é empreendedor ou quer empreendedor, mas para quem quer conhecer mais do panorama “fazedor” português. Recomendo!”

Deep Work: A concentração máxima num mundo de distrações de Cal Newport

Deep Work - Livros Sobre Empreendedorismo - Nomadismo Digital Portugal

Um mega livro sobre produtividade e concentração máxima. Sem nos tentar impingir uma norma ou uma caixa, mostra-nos que a produtividade é pessoal e que é necessário conhecermos diferentes formas de trabalhar para criarmos a nossa rotina produtiva.

Li o livro bastante rápido e a leitura resultou em mais de cinquentas notas que tirei. É um livro que recomendo a quem está à procura de reflexões sobre como pode ter um quotidiano mais produtivo, sem perder a paixão pelo aquilo que faz.

Viver sem Chefe: Trabalhar de Forma Independente de Sergio Fernández

Viver Sem Chefe - Livros Sobre Empreendedorismo - Nomadismo Digital Portugal

Apesar do título, este livro não é para quem está a começar a aventura pelo trabalho independente. É sim para quem já trabalha de forma remota e independente e que procura otimizar e escalar o seu projeto.

Este livro, do espanhol Sergio Fernández, é bastante fácil de ler e até divertido, por ter muitas histórias e experienciassem divertidas ligada ao empreendedorismo. Com esta leitura, ficas a saber alguns dos erros que os empreendedores comentem e como é que os podemos evitar – ou pelo menos, olhar para ele como aprendizagens.

Que outros livros de empreendedorismo recomendas? Deixa nos comentários!

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Como ganhar dinheiro online com a escrita? https://nomadismodigital.pt/como-ganhar-dinheiro-online-com-a-escrita/ https://nomadismodigital.pt/como-ganhar-dinheiro-online-com-a-escrita/#respond Mon, 08 Apr 2019 23:59:13 +0000 https://nomadismodigital.pt/?p=10637 Ganhar dinheiro online com a escrita é possível, e não apenas a escrever livros ou com jornalismo. Se já conheces um pouco da minha história e percurso, sabes que venho da área das Humanidades e da Comunicação. Cresci a sonhar em ser escritora e a querer trabalhar com letras. Hoje trabalho remotamente. Será que consegui […]

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Ganhar dinheiro online com a escrita é possível, e não apenas a escrever livros ou com jornalismo.

Se já conheces um pouco da minha história e percurso, sabes que venho da área das Humanidades e da Comunicação. Cresci a sonhar em ser escritora e a querer trabalhar com letras. Hoje trabalho remotamente. Será que consegui trabalhar naquilo que sonhei?

A resposta é sim!

Posso não ter seguido jornalismo ou comunicação social, mas acabei por ter um trabalho relacionado com a escrita. Quando decidi começar a trabalhar como prestadora de serviços no marketing digital, foquei-me de forma natural no conteúdo.

Leituras recomendadas:
Freelancer e Prestação de Serviços: o Guia Completo

A produção de conteúdo escrito tornou-se assim um dos focos do meu trabalho… cumprindo, assim, de alguma forma, o meu sonho profissional.

Neste artigo vou-te dar algumas ideias de como podes, tu também, trabalhar e ganhar dinheiro online com a escrita.

Queres ideias de negócio realmente segmentadas e analisadas de forma personalizada tendo em conta os teus interesses e as tuas competências? O curso online Descobre a tua Área Profissional é para ti! Clica aqui para saberes tudo.

[toc]

Como ganhar dinheiro online com a escrita?

Existem várias soluções disponíveis online para viveres de uma atividade relacionada com a escrita. Fica a conhecer algumas e, claro, não hesites em deixar um comentário com questões e outras partilhas!

Ter e escrever num blog

Ter um blog, num nicho relevante e criando conteúdo de qualidade. Esta não é certamente uma novidade para ganhar dinheiro online, mas se tiveres uma ideia e desejo de trabalhar para ti mesmo, esta pode ser uma excelente ideia.

Podes monetizar o blog com publicidade, com venda de produtos digitais mas também como canal de promoção dos teus serviços.

Se pretendes trabalhar e oferecer serviços de escrita e produção de conteúdos, teres um blog com bons artigos dá-te credibilidade e serve, também, como um cartão de visita.

Leituras recomendadas:
Como Criar Um Blog: O Guia Passo-a-Passo Para Iniciantes

Trabalhar como produtor de conteúdos freelancer

Queres trabalhar da forma como eu trabalho? Isso significa seres pago para escreveres para outras pessoas! Parece-te bem?

Muitas são as empresas e pessoas, com o aumento da realização que é preciso bom conteúdo online para se ter sucesso nos negócios modernos, que precisam de artigos e conteúdos para blogs e materiais como ebooks e newsletters.

Podes trabalhar precisamente na produção desse tipo de conteúdo!

Para conseguires, é preciso que saibas que a qualidade é um critério essencial. Escolheres um nicho ou especialização também pode ser interessante. Se tens uma área sobre a qual tenhas competências ou interesse, podes-te especializar sobre isso.

Lembra-te: experiência não significa apenas background profissional! Um exemplo que dou muitas vezes:

Se uma empresa de informática procura uma pessoa para escrever ebooks e materiais especializados sobre discos rígidos, quais das seguintes opções achas que vai preferir contratar?

a) um escritor profissional que nunca tenha escrito peças e conteúdos sobre informática,
b) um prestador de serviços que está a dar os primeiros passos na escrita freelance, que é apaixonado por informática e que já realizou estágios de verão em lojas de informática?

Provavelmente será o segundo, pois a competência pela escrita unida ao interesse pela informática vai permitir produzir peças relevantes!

No curso online “Descobre a tua Área Profissional com Aquilo que Já Tens e Sabes” trabalhamos precisamente estas questões dos interesses e das competências, ensinando-te a destacar aquilo que já tens para alcançares o que queres.

Procurar ofertas nas plataformas de trabalho remoto

Podes procurar trabalho e projetos publicados nas plataformas de trabalho remoto como o Upwork, o Zaask ou o Fixando.

Leituras recomendadas:
+50 Sites para Começares a Trabalhar Online como Freelancer

Lembra-te que responderes de forma impessoal e formatada não te vai diferenciar. O “truque” para conseguir fechar os trabalhos nas plataformas de trabalho remoto é tornando inesquecível e para isso deves:

  • responder de forma personalizada,
  • criar uma apresentação tua, unindo quem és e o teu background. O teu background podem ser referências académicas ou profissionais, mas também projetos relacionados com a área do teu potencial cliente.

Ou seja, mais do que responderes com um CV pronto, responde com uma apresentação única e diferente, adaptada a potenciar os traços e competências mais relevantes para esse trabalho.

Na Comunidade Digital tenho um video explicativo de como eu faço as minhas próprias apresentações e propostas como freelancer. Clica aqui para entrares nesta Comunidade e acederes a este – e a muitos outros! – conteúdos imperdíveis.

“Quando comecei a fazer apresentações como a Krystel, as reações às minhas propostas mudaram drasticamente… para melhor!” – Vânia Ribeiro, autora do blog Made by Choices

“Esta vídeo-aula é um dos melhores conteúdos da Comunidade!” - Joana Lourenço Cavalcanti, membro da Comunidade Digital

Regista-te em plataformas de trabalho remoto para ganhar dinheiro online

Para além de procurares diretamente trabalho nas plataformas, podes também aproveitá-las para te apresentares e criares um perfil como produtor de conteúdos.

Com isso, vais ter acesso a um link e a uma presença online, o que vai ajudar a que o teu perfil seja encontrando por potenciais clientes.

Podes começar por registares-te na plataforma Veedeeo GURU, que não só te permite criares um perfil, mas também te dá acesso a uma plataforma onde podes realizar reuniões e sessões, e até onde podes processar os pagamentos pelo teu trabalho.

ter um perfil no guru para ganhar dinheiro online

Outro exemplo de plataforma onde podes criar o teu perfil é na plataforma Indústria Criativa. Aqui terás também acesso a projetos que clientes publicarem.

entrar na industria criativa para trabalhar online com a escrita

Focado totalmente na escrita, tens também o site TextBroker. Podes registar-te como autor e, depois de um artigo teste avaliado pela equipa, se o teu perfil for aceite, terás à tua disposição ofertas de trabalho dentro das áreas de interesse que escolheres.

trabalhar no textbroker para ganhar dinheiro online com a escrita

Por último deixo-te também a sugestão do Fiverr, sobre a qual já falei neste artigo. Plataforma global e mundialmente conhecida, pode ser bom para encontrares clientes e teres, assim, os pagamentos mais seguros.

Trabalhar no Fiverr para ganhar dinheiro online com a escrita

Não esquecer o personal branding

Dois artigos publicados aqui no Nomadismo Digital Portugal já abordam e bem esta questão do marketing pessoal, mas nunca é demais relembrar.

Cuida da tua presença online e alinha as tuas redes sociais e comunicação com aquilo que pretendes alcançar.

Na Comunidade Digital tenho uma vídeo-aula sobre como podes otimizar o teu perfil LinkedIn e alinhá-lo mais com aquilo que desejas alcançar… mas não te deves apenas deixar ficar por esta rede social profissional!

Cuida também do teu perfil no Facebook e Instagram, mostrando conteúdos que te credibilizem como profissional da escrita. Se te relacionares e ligares a potenciais clientes nas redes sociais, faz por colocares na tua bio que trabalhas com a escrita.

Se ainda não leste, aconselho-te a leres estes dois artigos sobre esta temática:

➤ Relação Entre Marketing Pessoal E Sucesso Profissional
➤ Marketing Para Freelancers

O post Como ganhar dinheiro online com a escrita? aparece em Nomadismo Digital Portugal.

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https://nomadismodigital.pt/como-ganhar-dinheiro-online-com-a-escrita/feed/ 0
Relatório de Março: Quanto Ganho com o Nomadismo? https://nomadismodigital.pt/relatorio-de-marco-quanto-ganho-com-o-nomadismo/ https://nomadismodigital.pt/relatorio-de-marco-quanto-ganho-com-o-nomadismo/#comments Fri, 05 Apr 2019 17:27:25 +0000 https://nomadismodigital.pt/?p=10572 Depois do primeiro post que fiz com o relatório financeiro de fevereiro, fiquei com a certeza de que estas partilhas vão continuar por aqui. Se não viste a minha primeira partilha, clica aqui. Nunca recebi tantos comentários positivos e tão rápidos como com este post. Continua, por favor, a partilhar a tua opinião! O meu […]

O post Relatório de Março: Quanto Ganho com o Nomadismo? aparece em Nomadismo Digital Portugal.

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Depois do primeiro post que fiz com o relatório financeiro de fevereiro, fiquei com a certeza de que estas partilhas vão continuar por aqui. Se não viste a minha primeira partilha, clica aqui.

Nunca recebi tantos comentários positivos e tão rápidos como com este post. Continua, por favor, a partilhar a tua opinião!

O meu objetivo com estas partilhas não é desmotivar… é precisamente o contrário! Mostrar que dá trabalho, mas que é possível.

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Contexto da minha situação

Depois do post do mês passado, foram várias as pessoas que me perguntaram “do que é que eu vivo”.

Passando a explicar: eu já trabalho remotamente e por conta própria desde 2015, como freelancer remota. O Nomadismo Digital Portugal surgiu em 2016 e sempre foi, até ao início desde ano, algo paralelo que eu fazia nos tempos livres.

No ano passado, depois de uma campanha de crowdfunding bem sucedida, decidi começar a organizar a minha vida financeira para conseguir dedicar-me a full-time ao Nomadismo.

Ainda não retiro um salário sustentável do projeto, mas o objetivo, se tudo correr bem, é começar a fazê-lo a partir de maio. Até lá, ainda tenho dinheiro de lado do meu trabalho como freelancer e alguns projetos com contratos ainda a decorrer que me dão algum fluxo de entrada.

É importante, antes de te lançares a fundo num projeto digital, de planeares muito bem para saberes até quando é que podes viver até o projeto dar um fluxo de entrada sustentável. Porque até isso acontecer, o dinheiro ganho ainda pede que seja investido no crescimento do projeto.

Entradas de Março

  • Afiliação: €42,13
  • Subscrições Academia Digital: €1189,33
  • Produtos Nomadismo Digital Portugal: €218,29
  • Google Adsense: €90,99
  • Workshop Descodifica as tuas Competências : €773,50

Total da Receita: €2314,24

Despesas de Março

  • ConvertKit: €43,37
  • CoSchedule: €8,37
  • LinkTree: €5,32
  • LeadPages: €267,90 (anual)
  • AirTable: €107,16 (anual)
  • Alojamento/Cloud: €20,99
  • Manage WP: €5,31
  • Amazon AWS: €4,95
  • Contratações: €20,30
  • SetApp: €56,25 (anual)
  • Envato Market: €39,33
  • Facebook: €39,47
  • Taxas EasyPay (Pagamentos Multibanco, MBWay, Cartões): €15,21
  • Taxas PayPal: €21,52
  • Revolut: €25,00
  • Contabilidade/Custos Empresa: €189,60
  • Quaderno: €23,20
  • Eventos: €73,82

Total de Despesa: €967,07

Pagamento à Krystel: €152,46

Balanço final do mês: €1194,71

Como anunciado no mês passado, vou mudar a pouco e pouco a estratégia do Nomadismo. Os produtos, nomeadamente a Academia Digital, foram reformulados agora no início de Abril, o que vai permitir, se tudo correr bem:

  • aumentar as entradas de dinheiro,
  • aumentar os projetos relacionados com formação e de comunicação de um para um e, claro,
  • diminuir os custos do projeto.

As mudanças

Como tinha esperado e escrito no relatório de fevereiro, a mudança do layout fez com que o rendimento do AdSense diminuísse um pouco, algo que não me preocupa.

As grandes mudanças que implementei no Nomadismo foram relativas à estratégia dos produtos. As mudanças ainda não são visíveis nos resultados do mês de março, pois foram apenas implementadas nos últimos dias do mês.

Os seguintes produtos digitais foram migrados para a Hotmart:

Lancei a pré-venda do curso “Descobre a tua Área Profissional no Online” – clica aqui para saberes tudo sobre este curso.

Este curso vai ser lançado em Maio e o material e conteúdo foi testado em dois workshops exclusivos, realizados no último fim de semana de março, com mais de 40 presentes. O feedback? Ei-lo!

Paralelamente a isso, a Academia foi reestruturada e passou a chamar-se Comunidade Digital. Clica aqui para saberes tudo.

Com um preço fixo anual, vais ter acesso:

  • ao fórum exclusivo
  • a um direto mensal comigo
  • a vídeos de conversas exclusivos com empreendedores portugueses
  • materiais complementares exclusivos

A Comunidade Digital é o local para tirares todas as tuas dúvidas e publicares todas as tuas perguntas. É assim um local seguro e que garante que, quem lá está, está motivado para ajudar e ser ajudado.

A Comunidade vai substituir o grupo do Nomadismo Digital Portugal, que vai ser descontinuado no final do mês – se fazes parte do grupo no Facebook, vê o comunicado que fiz por lá com uma oferta muito especial!

Relatório de Tráfego

O tráfego do Nomadismo manteve-se estável durante o mês, rondando em média 500-700 utilizadores por dia, mas com um número ligeiramente inferior ao mês anterior.

O que vou fazer diferente em Abril?

Em Abril o foco vai ser na criação de conteúdo do meu recente produto, o Curso Online: Encontra a tua Área Profissional (já pode ser adquirido clicando aqui).

Paralelamente a isso, a Academia Digital foi reestruturada, transformada na Comunidade Digital.

Todos os produtos do Nomadismo Digital Portugal foram migrados para a Hotmart, que chegou a Portugal e com quem me juntei para mostrar que criar e vender produtos online não precisa de ser complicado!

Quais são e como vão funcionar os novos produtos do Nomadismo?

Ebook Como Ser Freelancer

O ebook Como Ser Freelancer continua a ser vendido por €19,99 (IVA incluído), através deste site: https://nomadismodigital.pt/ebook-como-ser-freelancer/.

A única diferença é que o pagamento e entrega do produto é feito pela e através da Hotmart. Os métodos de pagamento para este produto são: Cartão de Crédito, PayPal, Multibanco e Débito Direto.

Pack para Parcerias Comerciais em Blogs

O Pack para Parcerias Comerciais em Blogs continua a ser vendido por €12,99 (IVA incluído), através deste site: https://nomadismodigital.pt/pack-parcerias-comerciais-blogs.

A única diferença é que o pagamento e entrega do produto é feito pela e através da Hotmart. Os métodos de pagamento para este produto são: Cartão de Crédito, PayPal, Multibanco e Débito Direto.

NOVO: Comunidade Digital

Quando criei a Academia Digital o meu objetivo era juntar numa mesma plataforma o conceito de conteúdo/conhecimento e de comunidade. Percebi, depois de algumas conversas que tive com os membros anteriores e análises de mercado que este modelo não ia funcionar ou, pelo menos, não ia alcançar os resultados que queria com ele.

A necessidade de comunidade tem que ser, a meu ver, uma necessidade posterior do conhecimento. Numa primeira fase de empreendedorismo e materialização de ideias, o que preenche e resolve uma necessidade é conhecimento – só depois dele, e sobretudo depois de se ter motivação e confiança no trabalho realizado, é que surge a necessidade de partilha, de feedbacke de comunidade.

Assim sendo, separei os dois conceitos de forma muito clara. O conhecimento e informação serão feitas de forma independente, com a publicação de conteúdo gratuito aqui no site e também na materialização em cursos online e workshops (como foi exemplo o workshop online que realizei no último fim de semana de março).

A Comunidade Digital é um produto exclusivo, que reúne alguns dos melhores empreendedores digitais e prestadores de serviços que conheço, como é exemplo:

  • a Vânia Ribeiro, autora do blog Made by Choices e do livro As 5 Cores da Cozinha Saudável;
  • a Sofia de Assunção, coach profissional (100% remota!) e autora e voz do podcast Musas;
  • o António Barbot, autor do projeto e canal Vida Macro;
  • a Leonor Cício, autora do blog Na Cadeira da Papa e do livro Mãe, Quero Mais!
  • e muitos mais!

Na Comunidade Digital, com uma subscrição única e de valor fixo anual, terás acesso:

  • a um fórum exclusivo e privado, onde encontras pessoas motivadas e empenhadas em fazer do digital português um lugar melhor;
  • um direto mensal comigo, onde conversaremos (sim, podes interagir e participar em direto) sobre um tema ou sobre reflexões que tenham surgido nesse mês;
  • vídeos de conversas exclusivas com empreendedores e profissionais;
  • materiais complementares exclusivos, como webinares, ebooks, checklists;
  • ofertas exclusivas com parceiros Nomadismo (novidades em breve).

Se sentes que precisas de feedback honesto, de profissionais e empreendedores que trabalham e vivem na tua área e nicho de atuação - mas também de quem atua fora dele –, a Comunidade Digital é o lugar certo para ti!

O fórum Comunidade Digital também já fomentou, anteriormente, parcerias de negócios e até pessoas de encontrarem clientes para os seus projetos.

Clica aqui para saberes tudo sobre a Comunidade Digital.

Novo: Curso Descobre a tua Área Profissional

No último fim de semana de março, organizei não um, mas dois workshops de três horas cada um. Estes workshops reuniram mais de quarenta inscritos e realizaram-se de forma totalmente online.

O tema destes workshops era: descodifica as tuas competências.

E o que “ensinei” e passei nestas três horas? É que todos nós já temos competências com as quais já estamos aptos para começar a trabalhar em algo que nos faz realmente felizes e realizados.

Bati, claro, muito na tecla de que felicidade profissional tem de envolver sustentabilidade financeira – sem dinheiro, dificilmente conseguimos felicidade profissional.

Logo, mais do que apenas encontrar e procurar um trabalho alinhado com os nossos interesses e competências, temos também que encontrar um trabalho com o qual podemos ganhar dinheiro.

Assim, este workshop baseou-se:

  • na análise dos interesses (e não, não quero saber “o que é que gostas” – fui e vou mais além na análise real de interesses que podem ser convertidos em áreas profissionais),
  • na análise das tuas competências tanto profissionais, como pessoais (não existe isso de “não ter experiência” e eu provo precisamente isso com as reflexões que provoco),
  • na união de interesses e competências e na procura de áreas profissionais sustentáveis financeiramente.

O meu objetivo é provocar uma saída da caixa e mostrar-te que a combinação dos teus interesses e das tuas competências é a resposta para encontrares uma área profissional que te deixe realizado – em todos os sentidos.

Este workshop serviu para testar material para o curso que vou lançar durante o mês de maio. Neste curso vamos trabalhar a sério todas as questões apontadas acima, em mais de 20 aulas vídeo e mais de 15 materiais e exercícios complementares.

Este curso encontra-se encontra em pré-venda. Estar em pré-venda significa que pode ser adquirido com:

  • 50% de desconto do preço do qual vai ser vendido a partir do seu lançamento;
  • um bónus especial: quem comprar o curso durante a pré-venda, vai ter um email meu durante a realização do curso, no qual vou apresentar uma análise das respostas dadas aos exercícios e adicionarei uma ideia de negócio* adaptada aos interesses e competências resultantes dos exercícios;
  • um saco de pano** do Nomadismo Digital Portugal de oferta, com portes de envio incluídos.

*apenas para as 70 primeiras compras
**apenas para as 8 primeiras compras

Clica aqui para adquirir este curso durante a sua pré-venda

Afiliação

Com a inserção dos produtos do Nomadismo na Hotmart, abro também a possibilidade de seres afiliado do Nomadismo Digital Portugal!

Clica aqui para te registares na Hotmart e, ao entrares no Mercado da plataforma, encontrarás os produtos do Nomadismo Digital Portugal.

Eis o que podes ganhar e receber com a afiliação dos produtos:

Os pedidos de afiliados vão ser avaliados um a um. Para seres aprovado como afiliado, precisas de me explicar onde vais promover os produtos – não tenhas medo, que não sou muito exigente 😂


Já tenho o visto (🎉) para regressar aos Estados Unidos e deverei voltar para a Califórnia entre a última semana do mês de abril e a primeira semana de maio. Assim sendo, a minha produtividade também será adaptada consoante ao ritmo que resultar do jet lag da viagem.

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